quinta-feira, 28 de novembro de 2013

SEM LENHA O FOGO SE APAGA

"ESBOÇO DE SERMÃO. TEMA..( SEM LENHA O FOGO SE APAGA)
Esboço de Sermão -SEM LENHA O FOGO SE APAGATEMA;
[Sem lenha o fogo se apaga;}TEXTO ;  (PROV. 26.20 )

INTRODUÇAO. e não havendo difamador, cessa a contenda”.Este verso bíblico descreve uma grande verdade: se as pessoas pararem de “por lenha na fogueira”, a contenda acaba Este princípio, o “Princípio da Fogueira”, aplica-se também à vida espiritual.Quando uma pessoa tem uma experiência real com Jesus Cristo, algo como que um fogo de Deus invade o seu coração. Ela se sente revivida, renovada, animada, inspirada, pronta para qualquer desafio. É capaz de vencer antigas barreiras, vícios, problemas.No entanto, depois de algum tempo, podemos perceber que este fogo se apaga em alguns crentes. O quê houve? Faltou alimentar o fogo de Deus O cristão, então, torna-se morno, indiferente, infeliz.Qual seria o combustível da vida cristã, capaz de manter a chama acesa? O que mantém o fogo de Deus no coração do cristão são certas práticas diárias. Simples, porém, poderosas. Vamos chamá-las de GRAVETOS.- 

PREPOSIÇÃO;
{QUATRO VERDADES CONTIDAS NESTE VERSICULO,SEM A LENHA O FOGO SEGA}.  LT;  

{PRIMEIRA VERDADE CONTIDA, E SEM LENHA O FOGO SE APAGA, O Graveto da Oração-}
Orai sem cessar, dizem as Escrituras.Mateus 26.41; I Tessalonicenses 5.17; Tiago 5.16.
SENGUDA VERDADE CONTIDA, E SEM LENHA O FOGO SE APAGA, O Graveto da Leitura Bíblica} Examinai as Escrituras, disse Jesus.João 5.39; Mateus 22.29; Efésios 6.17.
{TERCEIRA VERDADE CONTIDA, E SEM LENHA FOGO SE APAGA O Graveto da Convivência Cristã}Não abandonei a vossa congregação, disse o apóstolo.Hebreus 10.25; João 13.34-35; Romanos 12.9-17.
{QUARTAVERDADE CONTIDA,ESEM LENHA O FOGO,SE APAGA O Graveto do TestemunhoPessoal}E sereis minhas testemunhas, disse Jesus.Atos 1.8; Mateus 28.19-20; Marcos 16.15-16.O cristão bem informado vê a Oração, a Leitura Bíblica, a Convivência Cristã e o Testemunho Pessoal como privilégios, e não como deveres de casa.
CONCLUSÃO

Ele sabe que sua oração é ouvida por Deus porque Jesus Cristo morreu numa cruz em seu lugar; que muitos dedicaram suas vidas para que as Escrituras chegassem às suas mãos; que a Convivência Cristã permite-lhe realizar para Deus obras que jamais conseguiria sozinho e que o seu Testemunho Pessoal, além de salvar vidas, contribui para a sua própria edificação e fortalecimento da Igreja.IRMAOS,MANTENHA a chama acesa.Lembre-se: Sem lenha, o fogo se apaga.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O PROPÓSITO DE DEUS P/ A FAMÍLIA.

O Propósito de Deus para a Família

                  O Propósito de Deus para a Família

      "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela" (Salmo 127:1).

       Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso.
      O divórcio tornou-se uma palavra comum, significando miséria e dureza para os múltiplos milhões de suas vítimas. Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus.
      Pais que não têm nenhuma idéia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão.
      Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora "Lar, Doce Lar" não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono. Haver uma solução? Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias? Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento? Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado? A resposta para todas estas perguntas é SIM! As soluções raramente são fáceis.
      A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ele preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra. Consideremos brevemente alguns princípios básicos ensinados na Bíblia sobre a família.
      O Propósito Básico de Deus para a Família Quando temos dificuldade com a geladeira, entendemos que o fabricante, que escreveu o manual do usário, sabe mais sobre o aparelho do que nós. Lemos o manual para resolver o problema. Quando vemos tantos problemas nas famílias de hoje, só faz sentido que nosso Criador, que escreveu o "manual do usuário", sabe mais a respeito da família do que nós. Precisamos ler o manual para achar como construir e manter bons lares.
      Encontramos estas instruções na Bíblia. Ela nos guia em cada aspecto do serviço a ele, incluindo a realização de nossos papéis na família. Casamento A família começa com o casamento. Quando Deus criou Adáo e Eva, ele revelou seu plano básico para o casamento: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2:24).
      Este plano é claro. Um homem ligado a uma mulher. Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este ainda é o plano de Deus. Ele citou este versículo e acrescentou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mateus 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida. Somente a morte deve cortar este laço (Romanos 7:1-3). Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento. Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus (Hebreus 13:4).
      Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros (1 Coríntios 7:1-5). Todas as outras relações sexuais são sempre e absolutamente erradas. Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são absolutamente proibidas por Deus (Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11).
      Deus não criou Adão e João. Ele fez uma mulher, Eva, como uma parceira apropriada para Adão. As relações sexuais antes do casamento, mesmo entre pessoas que pretendem se casar, são condenadas por Deus (1 Coríntios 7:1-2, 8-9; Gálatas 5:19).
      As relações sexuais extra-conjugais são também claramente proibidas (Hebreus 13:4). Filhos Casais assim unidos diante de Deus pelo casamento gozam o privilégio de terem filhos. Deus ordenou a Adão e Eva e aos filhos de Noé que tivessem filhos (Gênesis 1:28; 9:1). Ainda que nem todas as pessoas tenham que se casar, e que nem todas terão filhos, é ainda o plano básico de Deus que os filhos nasçam dentro de famílias, completas com pai e mãe (1 Timóteo 5:14).
      Em lugar nenhum da Bíblia encontramos autorização para uma mulher ter relações sexuais para conceber um filho, antes ou sem casamento. A paternidade solteira, que está se tornando moda em nossa sociedade moderna é um afastamento do plano de Deus que terá sérias conseqüências para as gerações vindouras. Papéis Dados por Deus Dentro da Família Dentro desta estrutura do propósito Divino, consideremos os papéis que Deus atribuiu aos homens, mulheres e filhos. Homens: Esposos e Pais A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela".
      O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da "parte mais frágil" que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Tessalonicenses 3:10-11; 1 Timóteo 5:8). Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Efésios 6:4).
      Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados dele. A maior meta de um pai para seus filhos deveria sempre ser a salvação eterna deles. Mulheres: Esposas e Mães Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Efésios 5:22-24; 1 Pedro 3:1-2).
      As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tito 2:5). Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28).
      Filhos: Seguidores Obedientes Deus também definiu o papel dos filhos. Paulo revelou em Efésios 6:1-2 que os filhos deverão: 1. Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do "crescimento", mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Timóteo 3:2-5). 2. Honrar seus pais.
      Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mateus 15:3-6). Lares Piedosos Nestes Dias? É, freqüentemente, muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros.
      Mas está claro que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros. Lembre-se, os benefícios serão eternos! Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus? - por Dennis Allan

A IMPORTANCIA DA FAMÍLIA NA BÍBLIA

A importância da família na Bíblia

 Provérbios 22:6
"Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer,não se desviará dele."
      1 > A palavra família aparece 90 vezes na Bíblia (68 no Antigo e 22 no Novo Testamento).

      2 > Logo depois de ter criado todas as coisas, a atenção de Deus foi voltada em criar o homem (Gn 1:26), e logo em seguida lhe deu uma mulher (Gn 2:18), com a qual, em pouco tempo, ele teve filhos (Gn 4:1,2), constituindo assim, a primeira família da face da terra.

      3 > A família é tão importante para Deus que quando Ele decidiu mandar um dilúvio pra destruir todo o povo da terra, devido aos seus grandes pecados, Ele fez questão de preservar uma família, a família de Noé, que era um homem fiel (Gn 3:6-8); e um fato bastante interessante é que Ele não se limitou a salvar simplesmente a família dele para dar seguimento à raça humana (Gn 7:1); mas Ele mandou que Noé também colocasse na arca um casal de cada espécie de animal (Gn 7:2,3), demonstrando também assim preocupação com a preveservação das famílias dos seres irracionais.

      4 > Abraão, o maior pai da história, teve Ismael, o seu primeiro filho, aos 86 anos de idade com Agar, sua escrava (Gn 16:15,16); e teve Isaque, seu primeiro filho com Sara, sua legítima esposa, quando ele já estava com 100 anos de idade e ela com 90 (Gn 17:17; 21:5), e ela era estéril (Gn 11:30).
      5 > O segredo para se ter uma família saudável é, simplesmente, dar aos seus filhos uma boa educação espiritual (Pr 22:6); a Bíblia nos mostra isso de várias maneiras:
      a - Os que são ensinados a güardar o caminho do Senhor aprendem a agir com justiça e juízo:
Gênesis 18:19 = Porque eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do SENHOR, para agirem com justiça e juízo; para que o SENHOR faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado.

      b - Devemos passar aos nossos filhos tudo o que temos aprendido de Deus:
Deuteronômio 4:9 = Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos.
      c - O nosso lar deve ser um santuário de constante adoração e ensinamento da Palavra de Deus:
Deuteronômio 6:6,7 = E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; 7 = e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te.
      d - Para que a Palavra de Deus e suas doutrinas não sejam esquecidas ao longo do tempo, ela tem que ser passada de pai para filho:
Salmos 78:1-6 = Escutai a minha lei, povo meu; inclinai os ouvidos às palavras da minha boca. 2 = Abrirei a boca numa parábola; proporei enigmas da antiguidade, 3 = os quais temos ouvido e sabido, e nossos pais no-los têm contado. 4 = Não os encobriremos aos seus filhos, mostrando à geração futura os louvores do SENHOR, assim como a sua força e as maravilhas que fez. 5 = Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, e ordenou aos nossos pais que a fizessem conhecer a seus filhos, 6 = para que a geração vindoura a soubesse, e os filhos que nascessem se levantassem e a contassem a seus filhos;
       e - É necessário ensinarmos aos nossos filhos que eles pertencem a Deus e que devem adora-lo: 1 Samuel 1:28 = Pelo que também ao SENHOR eu o entreguei, por todos os dias que viver; pois ao SENHOR foi pedido. E ele adorou ali ao SENHOR. 
      f - Aquele que é criado no caminho do Senhor desenvolve um bom caráter, tornando-se assim uma pessoa agradável: 1 Samuel 2:26 = E o jovem Samuel ia crescendo e fazia-se agradável, assim para com o SENHOR como também para com os homens.
       g - Aquele que, desde a sua meninice, é instruído no caminho em que deve andar, ensina isso aos seus filhos, e até no final de sua velhice güarda os mandamentos que aprendeu: 1 Samuel 12:2,3 = Agora, pois, eis que o rei vai diante de vós; e já envelheci e encaneci, e eis que meus filhos estão convosco; e eu tenho andado diante de vós desde a minha mocidade até ao dia de hoje. 3 = Eis-me [aqui,] testificai contra mim perante o SENHOR e perante o seu ungido: a quem tomei o boi? A quem tomei o jumento? A quem defraudei? A quem tenho oprimido e de cuja mão tenho tomado presente e com ele encobri os meus olhos? E vo-lo restituirei.
       h - Os pais devem criar os filhos com amor e compreensão, e não simplesmente com rancor e repreensão: Efésios 6:4 = E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.
       i - Aquele que é ensinado no Caminho Certo desde pequeno, cresce com sabedoria: 2 Timóteo 3:15 = E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
       6 > O que os jovens mais precisam saber sobre namoro, noivado e casamento:  
      a - É necessário haver amor num relacionamento?
      > O mais importante num relacionamento entre duas pessoas é o amor; mas o amor só pode ser verdadeiro se for gerado por Deus:
1 João 4:7 = Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a {ou o amor} caridade é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 = Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é caridade. {ou o amor}
       b - Por que não devemos ter união conjugal com pessoas que não servem a Deus? 
      > Porque aquele que não serve a Deus, também não serve pra nós; pois quem não leva a sério um compromisso com Ele, certamente também não levará a sério um compromisso conosco. Todos os que se casaram com pessoas que não serviam a Deus, tiveram sérios problemas: Sansão foi traído (Jz 16:18-21), Salomão saiu da presença da Deus (Ne 13:26)...: 2 Co 6:14-18 = Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? 15 = E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? 16 = E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. 17 = Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; 18 = e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso.
       c - Como saber qual é a pessoa certa?Pedindo a direção de Deus: Gn 24:2-7 = E disse Abraão ao seu servo, o mais velho da casa, que tinha o governo sobre tudo o que possuía: Põe agora a tua mão debaixo da minha coxa, 3 = para que eu te faça jurar pelo SENHOR, Deus dos céus e Deus da terra, que não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus, no meio dos quais eu habito, 4 = mas que irás à minha terra e à minha parentela e daí tomarás mulher para meu filho Isaque. 5 = E disse-lhe o servo: Porventura não quererá seguir-me a mulher a esta terra. Farei, pois, tornar o teu filho à terra de onde saíste? 6 = E Abraão lhe disse: Guarda-te, que não faças lá tornar o meu filho. 7 = O SENHOR, Deus dos céus, que me tomou da casa de meu pai e da terra da minha parentela, e que me falou, e que me jurou, dizendo: À tua semente darei esta terra, ele enviará o seu Anjo adiante da tua face, para que tomes mulher de lá para meu filho.
       d - Por que não é lícita a prática da relação sexual fora do casamento?Porque o adultério é abominável aos olhos de Deus (Dt 22:13-30), e para Ele agir em nossa vida, fazendo morada em nosso ser interior devemos manter nosso corpo purificado: 1 Co 6:18-20 = Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. 19 = Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? 20 = Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
       7 - O que a Bíblia diz sobre o divórcio? 
      a - No tempo de Moisés, um homem podia se divorciar de sua mulher simplesmente por acha-la feia: 

Deuteronômio 24:1 = Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.
      b - Ainda no início do Novo Testamento, os homens usavam a lei de Moisés como pretexto para o divórcio:
Marcos 10:4 = E eles disseram: Moisés permitiu escrever carta de divórcio e repudiar.
      c - Mas Jesus combateu isso, mostrando-lhes o único motivo que poderia dar a alguém o direito de divorciar-se:
Mateus 5:32 = Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério; e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.
       d - E Ele ainda deixou bem claro que aquilo que Deus uniu, o homem não tem o direito de separar:Marcos 10:6-9 = porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. 7 = Por isso, deixará o homem a seu pai e a sua mãe e unir-se-á a sua mulher. 8 = E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne. 9 = Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.
      8 > Agora vamos falar da família mais importante de toda a história da humanidade, a família do nosso Senhor Jesus Cristo:
      a - Jesus foi a única criança do mundo que pôde ser gerada num ventre materno sem a necessidade de um pai biológico (Mt 1:18-25)
      b - Maria foi a única mãe virgem da história (Mt 1:23).
      c - Deus escolheu o casal ideal para ser a família de Jesus aqui na terra: pois Maria era uma mulher honrada e José era um homem justo (Mt 1:19).
      d - Embora tivessem o maravilhosíssimo privilégio de receber na terra, Jesus Cristo, Deus encarnado como homem, esse casal continuou tendo uma vida comum como qualquer outra família: Maria não era uma mulher de destaque, José era um humilde carpinteiro e Jesus seguiu essa mesma profissão (Mt 13:55).
      e - Eles nos deixaram um grande exemplo de como criar nossos filhos: pois eles criaram Jesus na igreja (Lc 2:41,42,52).
      f - Como em qualquer família comum, entre eles também havia problemas, e, Jesus, por ser diferente, nem sempre era compreendido por sua mãe, seus irmãos e seus parentes (Mt 12:46-50; Mc 3:21; Jo 7:5).
      g - Como um bom filho, nem na hora da morte Jesus se esqueceu de tua mãe (Jo 19:25-27).
       9 > Quando servimos fielmente a Deus, Ele abençoa grandemente não somente a nós, mas também a toda a nossa família:Gênesis 45:11 = E ali te sustentarei, porque ainda [haverá] cinco anos de fome, para que não pereças de pobreza, tu, e tua casa, e tudo o que tens. Salmos 37:25 =Fui moço e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão.


      10 > Deus tem um grande e maravilhoso plano de salvação para toda a humanidade, e nele estão incluídos você e a tua família:

Gênesis 7:1 = Depois, disse o SENHOR a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de mim nesta geração.Atos 16:31 = 
 "... Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa!"


Fonte: https://sites.google.com/site/nitroinclusaodigital/a-importancia-da-familia-na-biblia

ENTENDA OS SINTOMAS DA T P M

Entenda os sintomas da T.P.M.

Quais são os sintomas da T.P.M.

      O que é a TPM? Todos os meses, algo acontece.

 
      O ciclo menstrual está totalmente integrado à natureza da mulher. Ele faz parte da vida, é um fenômeno de renovação que se manifesta com sabedoria e regularidade no corpo.
       Mas algo mais pode acontecer: a TPM - Tensão Pré-Menstrual -, um conjunto de sintomas associados ao ciclo menstrual, especificamente em sua fase pré-menstrual.
       Nas 2 semanas que antecedem a menstruação, aparece uma série de desconfortos que só diminuem alguns dias após o início do sangramento menstrual. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde classificou a TPM como uma síndrome, pois ela envolve não apenas o lado emocional, mas também sintomas físicos.

              Por que a TPM acontece? 

      Seu corpo muda. Seu humor também se altera. Até pensar fica difícil. Você sofre. Existem várias hipóteses para o aparecimento da TPM: alterações hormonais, mudanças que esta fase provoca na transmissão dos impulsos nervosos do cérebro, características genéticas e diversas outras possibilidades.
      Qualquer que seja a causa, não há como negar sua existência. Mas, como veremos, podemos prevenir que ela apareça. Quais são os sintomas da TPM? A TPM pode provocar uma série de sintomas físicos e emocionais. Passar por eles nem sempre é fácil. Eles podem apenas ser um pequeno incômodo. Ou provocar um afastamento do trabalho, uma falta na escola ou deixar difícil a vida em família. Sintomas emocionais - Depressão - Ansiedade/Tensão - Alterações de humor - Irritabilidade - Interesse diminuído nas atividades dia-a-dia - Dificuldade de concentração Sintomas físicos - Dor ou sensibilidade mamária (mastalgia) - Inchaço - Náuseas - Mudança de apetite - Cólicas - Falta de energia - Aumento do sono ou insônia Homens e TPM O que os homens precisam saber sobre a TPM. A coisa mais importante que os homens precisam saber sobre a TPM é que piadas sobre a TPM podem prejudicar o namoro ou o casamento!
      TPM é algo sério, que merece respeito. A melhor atitude é a compreensão. O homem deve dar apoio, ser solidário. A TPM impacta na qualidade de vida É uma longa estrada. Você não está sozinha nesse caminho. Estudos afirmam que 85% das mulheres sentem algum tipo de desconforto físico, emocional ou comportamental relacionados ao ciclo menstrual, especialmente na fase pré-menstrual. Nas mulheres que apresentam TPM, os sintomas na fase pré-menstrual começam por volta dos 14 anos de idade e terminam no climatério*, mais ou menos aos 50 anos.
      Como esses sintomas estão presentes em média 6 dias de cada ciclo, as mulheres sentirão desconforto por aproximadamente 2.800 dias, ou entre 7 e 8 anos de sua vida! Felizmente, isso pode mudar. * Período popularmente conhecido como menopausa. Quem pode ajudar? Ter sintomas na fase pré-mestrual, todos os meses, durante anos, parece infinito. Mas a ajuda está perto de você. Seu médico é a pessoa que de fato pode ajudar você.
      Ele vai entender o que você sente, vai poder fazer um diagnóstico com base em sua história de vida e suas características físicas e dar a orientação mais adequada para você. A medicina tem hoje boa compreensão dos sintomas da TPM e pode transformar esses momentos difíceis em um período com menos sintomas, com alívio e conseqüentemente com mais dias ativos. ora, pode ser diferente! De um jeito simples e prático.
      Os avanços acontecem todos os dias. O conhecimento muda e a pesquisa traz mais facilidade e conforto para nossa vida. A prevenção dos sintomas da TPM pode estar nas pílulas anticoncepcionais. As novas pílulas, com baixa dosagem de hormônio, trazem eficácia anticoncepcional, com menores índices de efeitos indesejáveis e também com benefícios adicionais à saúde da mulher, inclusive podendo prevenir e aliviar os sintomas da TPM.
Converse com seu médico.
 Prª:Luciana Reis

fonte: http://pastorisaiasreis.com.br/estudos-biblicos/quais-sao-os-sintomas-da-t.p.m.

A BESTA NA BÍBLIA

A besta na bíblia

Definição
BESTA - [Do gr. therion] Animal perigoso, incontrolável, altivo e em tudo singular. Assim é visto o Anticristo tanto por Daniel quanto por João.
O instinto que mais sobressai nesse espantoso e terrível animal é a soberba - o senti- mento que causou a desdita do querubim ungido.

No Apocalipse, João é inspirado a utilizar o vocábulo grego therionpara descrever a natureza do Anticristo. A escolha dessa palavra acha-se em perfeita consonância com Daniel.
No capítulo sete de seu livro, o profeta descreve o personagem em questão: “Depois disto, eu continuava olhando, em visões noturnas, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava: era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres” (Dn 7.7).
Por que o Anticristo recebe semelhante alcunha?
1) Por levantar-se contra Deus, arrogando a si a posição de Deus (2 Ts 2.1- 10). Pode haver ato mais irracional?
Ou loucura maior? Só mesmo alguém privado da razão cismaria reivindicar semelhante coisa (Dn 4.32).
2) Por causa cie sua postura. Será tão arrogante quanto o leão. tão voraz quanto o urso e tão rápido quanto o leopardo: “E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão: e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade" (Ap 13.2). Na fusão destas três feras, temos um animal incomum: singularíssimo em todas as suas fácies. Ele será horrendo e indomável. Tais características, em menores proporções, podem ser encontradas em muitos ditadores.

No estudo do Anticristo levemos em conta que nesta entidade, há dois indivíduos que estarão trabalhando, em comum acordo, sob a direta inspiração do dragão - Satanás. Um na esfera política; e o outro, na religiosa.
O primeiro é descrito como a besta que sobe do mar; e o segundo é fotografado como que subindo da terra.

Um é chamado besta, e o outro, falso profeta. Ambos são identificados como animais por se voltarem contra a obra de Deus e os redimidos do Senhor.
Eles já estão porém, devidamente julgados, e hão de ser lançados no lago de fogo onde serão atormenta- dos dia e noite: "E a besta foi presa, e com ela o falso profeta que fizera diante dela os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e os que adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre" (Ap 19.20).

BESTA QUE SOBE DA TERRA

Besta que sobe da terra

BESTA QUE SOBE DA TERRA, A [Em gr. therion anabainon ek tês g] Conhecida também como a Segunda Besta e o Falso Profeta, será o preposto religioso de Satanás.

Pelas características que João apresenta deste personagem, concluímos: esta besta apresentar-se-á como a grande (e falsa) alternativa messiânica da humanidade (Ap 13.11- 18).

Sua missão primacial constituir-se- á em dar sustentação mística à plataforma de governo da Besta que sobe do mar.

E para lograr seus objetivos, agirá da seguinte forma:
1) Apresentar-se-á como o Messias de Israel.

Esta sua pretensão será plena- mente aceita pelos israelitas: “Eu (disse Jesus) vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, a esse recebereis” (Jo 5.43).

Esta aliança, porém, terá efêmera duração: “ ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição de- terminada, a qual será derramada sobre o assolador” (Dn 9.27).

2) Reivindicará adoração divina tanto a si quanto à primeira besta.

Ela apresentar-se-á aos gentios como o próprio Deus: “Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamo-vos, irmãos, que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto. Ninguém de modo algum vos engane; por- que isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus” (2 Ts 2.1-4).

3) Fará sinais e maravilhas.

Em sua gana por enganar os moradores da terra, a segunda besta fará sinais, maravilhas e estupendos prodígios: ''Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença: e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e. por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia’' (Ap 13.12-14).

4) Sustentará misticamente o Anticristo.

O sistema a ser implantado por Satanás representará a união perfeita entre o Estado e a Religião. Se esta designação não fosse tão imprópria, diríamos que o governo do Anticristo será um estado teocrático sem quaisquer precedentes na história político-religiosa das nações.

A religião dará à Primeira Besta toda a sustentação de que esta necessita para governar a humanidade: "Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falas- se, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome” (Ap 13.15-17).

Enfim, a Besta que sobe da terra será um perfeito falso profeta: falará por Satanás, doutrinará a terra, realizará convincentes milagres para referendar o erro e a mentira, mostrar-se-á aos judeus como se fora o profeta anunciado por Moisés, e tentará, durante a sua curta, mas perigosa gestão, corromper os conceitos teológicos já consagrados pelas mais diversas culturas que, de uma for-' ma ou de outra, corroboram a existência do Deus Único e Verdadeiro.

A segunda besta será a essência e a base da antiteologia.
Como identificá-la? Os que aqui estiverem durante a Septuagésima Semana de Daniel não terão muita dificuldade em distinguir- lhe o caráter, pois ela se parece com um cordeiro, mas não é o Cordeiro: “E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão” (Ap 13.11).

Dicionário Teológico /
Instituto Bíblico Abba

sábado, 23 de novembro de 2013

O ÚNICO EVANGELHO - GÁLATAS CAPÍTULO 2

No capítulo 1, observamos que Paulo defende o seu apostolado porque também ele foi ensinado por Jesus e, portanto, tem a mesma autoridade que os outros apóstolos. Questiona a fé dos Gálatas e o cuidado que devem ter com os “falsos irmãos” que querem trazer o judaísmo para dentro do Evangelho de Jesus Cristo. Por fim, declara que seu ministério é voltado para os gentios (1.16).

I.          O ENCONTRO DEPOIS DE CATORZE ANOS

1. O Evangelho Para Gentios e Judeus.

“Catorze anos depois, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também a Tito” (Gl 2.1).

Barnabé ainda continuava sendo um grande cooperador de Paulo. Foi ele a primeira pessoa a acreditar na sua conversão e o apresentou aos apóstolos (At 9.27). Tito foi outro cooperador para quem Paulo escreveu uma epístola pastoral. Ele está em Jerusalém, território dos judeus.

“Subi em obediência a uma revelação; e lhes expus o Evangelho que prego entre os gentios, mas em particular aos que pareciam de maior influência, para, de algum modo, não correr ou de ter corrido em vão” (2.2-4).

Deus impeliu Paulo a estar em Jerusalém e expor sua metodologia de pregação do evangelho para os gentios, na sua platéia havia gente influente (2.2). O tema circuncisão volta à tona e Paulo sabe que seu cumprimento remete ao LEGALISMO (2.3), esse desejo de voltar ao legalismo era desejo dos “falsos mestres”. O apóstolo combate o ensinamento dos judaizantes e entende que a volta da circuncisão é contrária à liberdade que o evangelho traz (2.4). Em At 16.3, Paulo consentiu na circuncisão de Timóteo para que o mesmo não perdesse a autoridade enquanto autoridade da igreja.

“Aos quais nem ainda por uma hora nos submetemos, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós. E, quanto àqueles que pareciam ser de maior influência (quais tenham sido, outrora, não me interessa; Deus não aceita a aparência do homem), esses, digo, que me pareciam ser alguma coisa nada me acrescentaram; antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me fora confiado, como a Pedro o da circuncisão” (Gl 2.5-7).

O apóstolo tem grande preocupação com esses falsos mestres. O retorno do legalismo seria um grande perigo para a doutrina da igreja e menciona que tais irmãos são rebeldes (2.5). Também reconhece que homens influentes no passado, não têm autoridade para opinar na pureza e eficácia do Evangelho de Cristo confiado a ele (2.6). Paulo vibra ao falar que o Evangelho da Incircuncisão (gentios) lhe fora confiado e o aceitou como um grande desafio, além de fazer uma grande distinção quanto ao papel de Pedro (2.7).

Cada indivíduo livre, das tradições, que se beneficia da coragem de Paulo, irá continuar vigilante no movimento de resistência formado por ele.

Paulo era tolerante e paciente para com muitas outras coisas (cf. 1ª Co 13-4-7), mas inflexível quando se tratava da “verdade do evangelho”. A revelação que ele recebeu de Cristo (1.12) é o único evangelho que tem poder para a salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16). Paulo sabia que não devia transigir com o evangelho, por causa da paz, da união ou de correntes teológicas. Estava em jogo tanto a glória de Cristo, quanto a salvação dos perdidos. Hoje, se abrirmos mão d’alguma parte do evangelho que temos, conforme o NT, começamos a destruir a única mensagem que nos salva da destruição eterna (cf. Mt 18.6).

“E, quanto àqueles que pareciam ser de maior influência (quais tenham sido, outrora, não me interessa; Deus não aceita aparência do homem), esses, digo, que me pareciam ser alguma coisa, nada me acrescentaram” (Gl 2.6).

Líderes cristãos extremamente respeitados podem nos decepcionar. Deus não considera posições sociais ou qualquer tipo de atuação (Rm 2.11). Líderes devem ser respeitados, mas, nossa fidelidade maior deve ser a Cristo. É possível respeitar o ofício sem reverenciar a pessoa.

Deus não usa de favoritismo com ninguém por causa da tradição, reputação, posição ou sucesso (cf Lv 19.15; Jó 34.19; Dt 10.17; At 10.34; Ef 6.9). Deus vê o coração, o seu interior, e seu favor permanece sobre aqueles que voltam sinceramente para Ele com amor, fé e pureza (cf. 1º Sm 16.7); Mt 22.28; Lc 16.15; Jo 7.24; 2ª Co 10.7; 1ª Co 13.1).

No Concílio Apostólico, por sua vez, os “respeitados” e a delegação de Antioquia, tendo Paulo como porta voz, concordavam que Pedro e Paulo haviam sido chamados por Deus para a edificação das comunidades judeus-cristãos. O evangelho gentio-cristão de Paulo teve, portanto, total aprovação eclesial:

“(Pois aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão também operou eficazmente em mim para com os gentios) e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios, e eles, para a circuncisão; recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer” (Gl 2.8-10).

Os judaizantes, erroneamente, não só negavam a origem divina da missão de Paulo, mas também se colocavam contra o consenso eclesial.

Paulo continua a sua defesa ao mencionar que ele tem o mesmo status de Pedro dentro do discipulado de Cristo. A mensagem de Cristo é eficaz para ambos (2.8). Tiago, Cefas (Pedro) e João entenderam que Cristo havia removido a barreira entre judeus e gentios e estendem a ele a “destra da comunhão”, apesar de distintos, ambos os ministérios são co-participantes da mesma Graça (2.9). Pobres e necessitados foram o foco do ministério de Cristo, também entendido por Paulo (2.10).

II.     A HIPOCRISIA DE PEDRO

Vejo que a hipocrisia é um doas maiores assassinos da graça divina; e isto está identificado na carta do apóstolo São Paulo aos Gálatas.

“Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti -lhe face a face, porque se tornara repreensível. 12 Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com os gentios; quando, porém, chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apartar -se, temendo os da circuncisão. 13 E também os demais judeus dissimularam com ele, a ponto de o próprio Barnabé ter-se deixado levar pela dissimulação deles. 14 Quando, porém, vi que não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho, disse a Cefas, na presença de todos: se, sendo tu judeu, vives como gentio e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” (Gl 2.11-14).

Os judeus são escrupulosos ao extremo no Kashrut (leis dietéticas dos judeus), observado até hoje – alimentos considerados puros e impuros). Os cristãos de origem judaica (circuncisão) entendiam ser uma abominação comer com os gentios. O apóstolo Pedro sabia disso e para não ter problemas com os dois grupos, fazia um papel duplo. Paulo, porém, percebeu isso e confrontou a Pedro e sua postura (2.11). Essa falta de entendimento de Pedro, lhe causou uma repreensão da parte de Paulo (2.12). Seu grande amigo e colaborador Barnabé, também foi persuadido por essa interpretação errada da Palavra de Deus (2.13).

Nesse consenso mais uma vez foi colocada em dúvida por ocasião da visita de Pedro a Antioquia (Gl 2.11-21). Mas também, naquela ocasião, Paulo não cedeu um só milímetro da verdade do evangelho e agora, mais ainda, não tem intenção de diante dos judaizantes.

Também Israel, citado na aliança de Abraão, estava condicionado à lei. Contudo, contra argumenta Paulo, assim o Evangelho torna-se um não evangelho (1.6-9), porque desaparece o escândalo da cruz de Cristo, ou seja, Cristo morreu em vão (2.21; 5.11). Assim o Evangelho deixa de ser a graça (1.6; 2.21; 5.4). Por quê? Quem vê a lei como parte integrante da aliança, de tal modo que a eleição da parte gratuita da parte de Deus encontra sua correspondência subseqüente no cumprimento humano da lei, concede à lei um lugar que, segundo Paulo, não lhe corresponde. Essa unidade entre aliança e lei como caminho de salvação para alcançar a vida concede às “obras da lei” uma importância que, conforme a visão do Apóstolo ela não pode ter. Quem assim procede quer ser “justificado pala lei” (2.21; 5.4); pretende apoiar-se em seus êxitos com a lei, e não está disposto a atribuir somente a Cristo a glória da redenção (Gl 6.13s). Não lhe basta “ser “justificado em Cristo” (2.17). Ele não confia unicamente na graça da cruz, mas atribui ao cumprimento da lei parte de sua redenção.

Porque Deus levantou Paulo como apóstolo? Porque o discípulo Pedro, aquele que havia aprendido com mestre Jesus, estava colocando em jogo a pregação do Evangelho.

1. Porque Paulo repreendeu a Pedro? Ele nos conta:

“E chegando Pedro a Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios: mas, depois que chegaram se foi retirando e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão” (vvs. 11-12).

Cefas (que quer dizer Pedro), que tinha experimentado a liberdade que há em Cristo depois da visão em At 10.10-35, começou a comer com os gentios em Antioquia. Quando vieram os judaizantes de Jerusalém, Pedro, hipocritamente deixou de seguir o princípio dado pelo próprio Deus. Será que podemos aceitar este apóstolo mais do que qualquer outro como infalível? Sendo que afirmam alguns que Pedro foi o primeiro papa e era infalível. Se Pedro era infalível, segundo o ensino de alguns, porque Paulo diz no verso 11 que “se tornara repreensível”.

Paulo resistiu na face um apóstolo que foi escolhido por Jesus. Qualquer líder espiritual que se torna culpado de erro e da hipocrisia deve ser confrontado e repreendido pelos colegas de ministério (cf. 1ª Tm 5.19-21). Isso, sem favoritismo; até mesmo uma pessoa de destaque como o apóstolo Pedro, que foi grandemente usado por Deus, necessitou de repreensão corretiva. As Escrituras indicam que Pedro reconheceu a sua falta e aceitou a repreensão de Paulo, de modo humilde e arrependido. Posteriormente, ele refere-se a Paulo “nosso amado irmão Paulo” (2ª Pe 3.15).

Dificilmente um falso líder aceitaria uma correção como Pedro aceitou. Uma repreensão de ministro para ministro não é uma ofensa dentro do presbitério! Errar é humano, falhar todos falham, mas devemos reconhecer o erro e arrepender. Pedro, como um servo de Deus, se arrependeu e aceitou a repreensão do amigo Paulo.

O Apóstolo Pedro estava obrigando os gentios a viverem como judeus, estava introduzindo na Igreja da graça, o selo do apostolado de Paulo, a lei, isto deixava Paulo indignado. E eu vou dizer uma coisa, a insensatez espiritual é a realidade de muitas igrejas evangélicas, e quando nós combatemos isso, não é provocação nem arrogância nossa é porque nos deixam indignados ver a situação que as pessoas vivem. Gentios sendo obrigados a viver como judeus, debaixo da lei, das obras da lei.

Então, qual foi o motivo para uma repreensão tão forte, tão contundente, com o apóstolo Pedro? O motivo foi o legalismo, o judaísmo. O que mais mexia com a paciência de Paulo, o que tirava ele do sério, era ver os gentios vivendo como judeus. Porque ele diz que quando vi que não procediam corretamente segundo as verdades do evangelho, por que isto tirava Paulo do sério? Porque esses gentios que estavam sendo obrigados a viverem como judeus, estavam na verdade, desviados do evangelho revelado, desviados da verdade, desviados da graça de Deus, pessoas se submetendo ao jugo da escravidão da lei. O que é o jugo da escravidão da lei? O que escraviza o homem! São obras mortas, é jugo da lei, e Paulo não aceitou isso e repreendeu Pedro. Paulo disse: Pedro você está enganando os irmãos, porque você é judeu e já conhece a graça, já vive como os gentios e está querendo obrigar os gentios a viverem como judeus, quer dizer graça pra si e lei para os outros.

Portanto, Paulo lançou esses fundamentos da graça aos Gálatas, mas Pedro estava tentando escravizá-los, Pedro estava tentando confundi-los com a lei, porque a lei só confunde as pessoas. Por isso Paulo disse:

“Foi para a liberdade que Cristo nos libertou, não vos submetais de novo ao jugo de escravidão” (Gl 5.1).

2. Voltar para a lei é construir aquilo que Jesus destruiu.

“Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, a mim mesmo me constituo transgressor. Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo. Não anulo a Graça de Deus, pois, se a justiça é mediante a lei segue-se que Cristo morreu em vão (Gl 2.18-21).

A nova vida da ressurreição, a autêntica vida de Cristo, outorgada pelo Espírito Santo, cancela de uma vez por todas a relação com a lei. Se a justiça provém da lei, Cristo morreu em vão, é o que afirma o apóstolo Paulo. Guardar a lei em Cristo é o mesmo que continuar no avião, ao findar a viagem, isto é um absurdo. Partir a lei em duas, ensinar que Cristo cumpriu uma parte e deixou a outra para cumprirmos, é ofender a graça de Deus, entristecer o Espírito Santo, renunciar aos lugares celestiais em Cristo Jesus (Ef 2.6) e meter-se debaixo do jugo da servidão.

Tentar encontrar uma posição de retidão diante de Deus através da lei significa “cair da graça”.

“Cristo se tornou totalmente inútil para vós, a vós todos os que sois justificados pela lei; da graça tendes caído” (Gl 5.4).

Vamos, portanto amontoar todas as nossas boas obras numa só pilha, e todos os nossos pecados numa outra – e fujamos de ambas, para a Cruz de Cristo, onde o perdão é oferecido aos penitentes. Pela fé somente em Seu sangue (Rm 3.25) é que podemos ser justificados.

Paulo descreve seu relacionamento com Cristo em termos de união pessoal profunda com seu Senhor e da sua dependência d’Ele. Aqueles que têm fé em Cristo, vivem uma vida em comunhão intima com Ele tanto na sua morte, como na sua ressurreição. Todos os crentes foram crucificados com Cristo na cruz. Morreram para a lei como meio de salvação, e agora vivem para Deus por meio de Cristo (v.19). Por cauda da salvação em Cristo o pecado não tem domínio sobre eles (Rm 6.11; Rm 6.4, 8, 14; Gl 5.14; Cl 2.12, 20).

É mediante o Espírito Santo que a vida ressurreta de Cristo continuamente nos é comunicada (Jo 16.13-14; Rm 8.10-11). Participamos da morte e ressurreição de Cristo pela fé, a crença, a confiança, o amor, a devoção e a lealdade que temos no Filho de Deus que nos amou e se entregou por nós (cf. Jo 3.16). Esse viver pela fé pode ser considerado como viver pelo Espírito (3.3; 5.5; Rm 8.9-11).

III.    ENTREGA TOTAL E NÃO UMA MERA FÉ INTELECTUAL

1. Os legalistas e as seitas atuais.
Os judaizantes achavam que além da fé em Jesus, deviam observar a circuncisão, dar esmola, guardar o sábado, observar o kash’rut – leis dietéticas dos judeus etc. A conclusão do apóstolo Paulo é que, segundo essa linha de raciocínio, Jesus teria morrido em vão:

“Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; esse viver que (que é o viver do povo desta Igreja e daqueles que crêem na verdade do evangelho), agora, tenho na carne, (como é que eu vivo nas obras da carne? não), vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão” (Gl 2.21-22).

As seitas não ensinam a salvação pela fé somente, sempre acrescenta lago a mais.

Porque se nós vamos obrigar os gentios a viverem como judeus, então este viver não é pela fé. Você vive pela fé ou pelas obras da lei? Eu vou mostrar que viver pela fé, e viver pela pregação da fé é viver a Palavra segundo o Novo Concerto. O que desejamos ensinar aos leitores é a pregação pela fé, e não tem o dia do sal, o dia do óleo, dia da vigília, dia do monte, dia do jejum! Aqui, é a pregação da fé, e mais, a pregação da fé e não as obras da lei. Por quê?

“Não anulo a graça de Deus (então quer dizer que tem gente que anula a graça de Deus, como?), pois se a justiça, é mediante a lei, (se eu tenho que viver sacrificando, se eu tenho que viver debaixo da lei, segue-se que morreu Cristo em vão”.

O que representa a morte e a ressurreição de Cristo para as igrejas? Foi em vão, as pessoas choram no dia da ceia, os pregadores frívolos aproveitam para quem está em pecado e quem não está, expulsar, excluir da Igreja, e não se entende o que foi feito na cruz.

Então eu não anulo a graça de Deus, o que os Gálatas estavam fazendo, era anulando a graça de Deus, porque se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão. Qual é o cenário do cristianismo em nossos dias? Fábulas, obras, sacrifícios, mandamentos humanos, tradições e dogmas e se a Igreja diz que não é da lei, que não é tradicional, inventa os nomes, renovada, avivada, até usam graça, mas isso é só na teoria do nome, na prática você encontra fermento, as obras da lei, os sacrifícios e pessoas anulando a graça de Deus.

O Evangelho que Paulo pregava era algo novo tanto para os gentios como para os judeus. A indignação de Paulo não era preocupação com sua posição, ou seu status de apóstolo de Cristo. A preocupação como ele declara duas vezes em Gálatas 2, era a “Verdade do Evangelho”. Em outras palavras, estava em jogo não somente a salvação dos gálatas, mas também o futuro do próprio cristianismo. O que Paulo não queria era um Evangelho misturado com a lei.

Paulo viu através da duplicidade e expôs a hipocrisia em Pedro. Com efeito, ele repreendeu: Pedro você foi hipócrita diante dos judeus e depois diante dos gentios. Você está falando de liberdade, mas não vive essa liberdade. Pedro, deixe de ser legalista, e viva a verdade do evangelho. Os outros judeus também dissimularam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar sua dissimulação.

“E também os demais judeus dissimularam com ele, a ponto de o próprio Barnabé ter-se deixado levar pela dissimulação deles. Quando, porém, vi que não procedia corretamente segundo a verdade do Evangelho, disse a Cefas, na presença de todos: se, sendo tu judeu, vives como gentio e não como judeu, porque obrigas os gentios a viverem como judeus” (Gl 2.13-14).

2. Paulo duramente confronta Pedro.

“Se, sendo tu judeu, vive como gentio e não como judeu, porque obrigas os gentios a viverem como judeus?”

O Evangelho da Salvação não aceita hipocrisia, ele confronta nosso comportamento, Cristo combateu os fariseus, doutores em hipocrisia (ver a parábola do fariseu e do publicano (Lc 18.9-14).

Porque Paulo disse palavras tão fortes? Porque as pessoas costumam seguir os líderes. As ovelhas seguem os seus pastores, mesmo que eles estejam errados. Se você disser que é pecado comer sem lavar as mãos eles vão acreditar e obedecer. O líder é o espelho da igreja. Se você for um fariseu legalista os seus seguidores também irão ser, a menos que alguém lhe exponha a verdade.

Antes de começar a pensar que jamais cometerá o crime da hipocrisia, que você está acima dessa tentação, lembre-se do que Paulo expôs em sua carta aos Gálatas. Um líder espiritual tão forte e estável quanto Pedro caiu nela. E com muitos outros, “o próprio Barnabé”.

O legalismo é sutil, é insidioso. Descobri que ele representa especialmente uma tentação para aqueles cujo temperamento tende a agradar as pessoas, o que nos leva de volta à maravilhosa passagem em Gálatas 1.10 que nos liberta:

“Porque persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo”.

O verdadeiro ministro é aquele que defende o Evangelho de Cristo, pois Deus não nos deu um espírito de temor, mas de fortaleza, por isso devemos batalhar pelo Evangelho. A Bíblia diz que Jesus veio purificar para si um povo zeloso e de boas obras.

Zeloso: que tem cuidado da doutrina – que segue o evangelho sem mistura (farisaísmo, dogmatismo, legalismo, filosofias etc.).

Boas obras: Que tem fruto do Espírito (Gl 5.22-23), evangelismo, assíduo no trabalho de Deus no tocante aos cuidados dos órfãos e viúvas. Estas boas obras nos diferenciam do mundo e não um fanatismo obscuro.

Precisamos urgentemente rever os ensinos da igreja primitiva:

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (At 2.42-47).

A igreja primitiva praticava a verdadeira doutrina, eram homens de oração, tinham comunhão uns com os outros, no partir do pão, no amor, no perdão, unidade, temor a Deus e a verdadeira adoração.

A igreja primitiva estava fundamentada na doutrina dos apóstolos. Eles não priorizavam os costume e culturas da época. Deus não está preocupado se nos saudamos com ósculo santo ou não, mas precisamos da oração e do estudo correto da Palavra de Deus que nos faz crescer em Cristo.

Pr. Elias Ribas