sábado, 20 de abril de 2013

FAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DUES.


Família, criação de Deus - CPAD




Por Eliseu Antonio Gomes

"E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto." - Gênesis 1.31. 

O alicerce familiar

Nos textos bíblicos que encontrados em Gênesis 1.27-28 e 2.21-24 podemos ver que Deus criou a família usando como base um casal, Adão e Eva, um homem para uma mulher e vice-versa. Este é o padrão de um casamento ao modo bíblico, diferente da visão do mundo de hoje.

O homem no propósito divino da família

"Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te." -  Deuteronômio 6.5-7.

Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR. O SENHOR te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel." -  Salmos 128.1-6.

Todo homem precisa ter claro em sua mente que a figura paterna é essencial dentro de casa, pois desempenha um papel essencial à rotina da casa. Como chefe da família, o homem cristão deve liderar o lar com ponderação e oração (1 Timóteo 2.8). Temos o bom exemplo do justo Jó neste quesito: ele era consciente de seu dever familiar, após as festas lembrava-se de seu papel como pai e oferecia sacríficios ao Senhor como uma maneira de interceder por seus filhos (Jó 1.5).

O primeiro membro da família que Deus criou foi Adão. As figuras de marido e pai são posições importantes dentro do lar, possuem muitas responsabilidades e encargos sociais e espirituais.  Como cristão, o marido precisa amar a Deus e transmitir as Escrituras Sagradas aos membros da família e, se preciso for, até sacrificar-se em favor da esposa como Cristo se sacrificou em favor da Igreja (Efésios 5.25; 1 Timóteo 2.8).

Estudos canadenses mostram que a figura do pai marcando presença em casa é algo extremamente vantajoso para a família. É importante o pai estar presente e participar da infância, juventude e adolescência dos filhos. Se o pai é participativo, as crianças são mais susceptíveis a obter melhor rendimento na escola, são mais propensos a participar de atividades extracurriculares, demonstram maior controle emocional e a fazer escolhas pessoais corretamente. Meninos tendem a tornarem-se pais exemplares se conviveram com os seus.

Em famílias de baixa renda é comum a figura paterna não priorizar o envolvimento efetivo, apesar do pai viver na casa não é uma pessoa que orienta os filhos o quanto deveriam orientar. Muitos pais trabalham em turnos duplo e ficam distantes como se nem fizessem parte da família.

É comprovado que a ausência paterna provoca mais problemas de comportamento e mais problemas de saúde. Os adolescentes têm mais problemas com álcool e drogas e praticam relações sexuais mais cedo. Quanto mais próximo o vínculo emocional entre pai e filho, menor é o número de incidentes de comportamento socialmente inapropriado.

Esposa e mãe

Embora, no projeto de Deus para a família a mulher seja a segunda pessoa no lar, ela não é menos importante que o homem. O papel feminino é descrito nas Escrituras Sagradas como extremamente necessário, na condição de esposa e mãe (Gênesis 2.20-22; 3.16; Efésios 5.33; Tito 2.3-5).

Provérbios 31.10-31 descreve o tipo de mulher ideal dentro de um lar. É um quadro que serve como um objetivo a ser alcançado. Mesmo que pareça improvável que alguém possa fazer todas as atividades que a Mulher Virtuosa faz, com a ajuda do Senhor é pefeitamente possível que as mulheres modernas façam algo parecido. Com certeza, a descrição se encaixa nas mulheres do mundo no século 21.

Os olhos de Deus fitando o coração dos filhos

No Brasil e em muitas outras partes do mundo todos os anos temos domingos reservados para que os filhos homenageiem seus pais e mães, lembrem-se que existem pessoas muito especiais em suas vidas e dispensem tempo para estar ao lado delas. Mas, esta disposição só é importante se feita de coração espontâneo, e não em dia específico impulsionado por força de um hábito social. É algo significante honrar os pais. Isso agrada ao Senhor, que prolonga os dias desses filhos e dá-lhes bênçãos por possuírem disposição assim (Efésios 6.1-3; Colossenses 3.20).

Conclusão

Se o pai não é um alienado, esforça-se para ser o melhor amigo dos filhos, junto com a mãe deles. Coabitando, dão às crianças a oportunidade de receberem legitimamente o bem-estar emocional e material.

Os pais não são pessoas tão sensíveis como as mães, e nem sempre as mães são tão práticas como os pais. Seus estilos parentais e preferências são diferentes, mas igualmente vitais para o desenvolvimento psicológico e social da prole. A diferença biológica de homem e mulher é uma soma de características que produzem benefícios psicológico e social para os filhos, cria uma gama de expressão emocional salutar em indivíduos que se encontram em processo de formação.  A convivência da criança com o casal ajuda-a a amadurecer bem e ser uma pessoa útil na sociedade, estar preparada para  lidar corretamente com sentimentos complicados e ser capaz de saber administrá-los de uma maneira socialmente aceitável.

Quanto disso é comumente praticado em família nos dias atuais? Quantos homens necessitam converter-se ao modo como Deus quer que ele seja como marido e pai, e quantas mulheres precisam ajustar-se aos padrões que o Senhor espera delas como esposas e mães?

E.A.G.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

CASAMENTO CRISTÃO


As bases do casamento cristão - CPAD




Por Eliseu Antonio Gomes


O cristão precisa compreender a instrução divina quanto ao casamento e aplicá-la como base à sua vida diária. Entender que querer casar deve ser uma decisão resultante do amor sincero, pois estar casado é entrar no relacionamento mais íntimo que podemos viver aqui na Terra.
O que Deus uniu.

"Venerado entre todos seja o matrimônio e o leito sem mácula" - Hebreus 13.4.

Adão e Eva não tiveram pais e sogros. Assim sendo, todos os recém-casados devem buscar a independência emocional e financeira de seus pais, estabelecer núcleo familiar independente, como se não tivessem pais e sogros também. Trata-se de uma separação paterna no sentido de procurar resolver os problemas entre si e crescer juntos em intimidade e união, não é esquecer-se dos pais e desrespeitá-los.

Apesar de o pecado do ser humano interferir no plano de Deus para o casamento, a Bíblia dá diretrizes para um casamento feliz, estável, tranquilo. Todas as passagens bíblicas sobre o tema enfatizam o valor espiritual do casamento, é ensinado que ele deve ser respeitado, honrado e valorizado. O Senhor sempre quis que tanto o homem quanto a mulher se realizassem juntos, criou um relacionamento de total comunhão em que ambos pudessem viver harmoniosamente, desfrutando o amor e companheirismo mútuos com total intimidade. 

Logo no princípio, Deus ordenou que o homem deixasse pai e mãe e unisse à sua mulher, para que ambos fossem "uma só carne." O marido torna-se uma só carne com sua esposa durante o ato conjugal (Efésios 5.31). Tal determinação é a expressão da vontade de Deus para todas as pessoas, ao crente e ao descrente.

O matrimônio é o plano da base familiar em âmbito global. Adão e Eva não escondiam nada entre eles, viviam nus um diante do outro e não se envergonhavam disso. A intimidade sexual é natural no sentido em que o Criador a estabeleceu. Dentro do casamento, a união sexual saudável e prazerosa não acontece apenas por alguns momentos, mas por toda a vida do casal. O sexo foi criado para ser desfrutado com muito prazer e para a procriação do casal no casamento. Deus quer que a humanidade cresça, e através da união legítima entre um homem e uma mulher, multiplique-se. Confira: Gênesis 2.24, 25. 

O amor do marido pela esposa.

O casamento deve ser considerado a principal responsabilidade do homem, ele deve lidar com a relação conjugal pela perspectiva equilibrada, evitando tanto a atitude promíscua quanto um ascetismo rígido.

A Bíblia recomenda solenemente: "Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela." - Efésios 5.25. O verdadeiro padrão do amor do esposo para a esposa é o de Cristo para com a Igreja. Observe o advérbio "como", é um termo que denota modo e sugere comparação. O amor do esposo deve ser tal qual o sublime e corajoso amor de Cristo por sua igreja. O marido que não ama a sua esposa desobedece a Palavra de Deus.

O amor do marido pela esposa, ordenado pelas Escrituras, deve ser o mais elevado possível. A Bíblia ensina que o marido deve honrar sua esposa: "Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações." - 1 Pedro 3.7. A insensibilidade do marido faz com que ele perca muito espiritualmente. Infelizmente, nem todos os maridos prestam atenção na necessidade da esposa. Pedro recomenda a eles que expressem amor cuidando dela com respeito, delicadeza e dignidade. Se o marido não consegue manter uma comunicação eficaz com a esposa e filhos sua linha de comunicação com Deus também é interrompida.

O amor de mãe pelos filhos e o marido.

"Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e aos filhos" - Tito 2.3-4.

Uma placa interessante escrita por mulher: "Meu lar é limpo e organizado para minha família ser saudável, mas às vezes também está bagunçado para que ela seja sempre feliz." Tais dizeres têm sabedoria, porque a esposa e mãe não pode se tornar escrava de seu lar. Uma casa alegre tem seus momentos de brinquedos espalhados pelo chão, instantes da bicicleta atrapalhando uma passagem, o tempo das tarefas escolares de filhos sobre a mesa de jantar. A dona de casa não deve estar disposta apenas às realizações das tarefas domésticas, tem que querer envolver-se e divertir-se com o marido e os filhos em casa e em passeios e ou quaisquer outras atividades em família.

A reverencia da mulher ao marido. 

“E a esposa respeite ao marido” - Efésios 5.33 b. A esposa precisa apostar nas características positivas do homem que está ao seu lado como marido. A Bíblia Sagrada não sugere que a esposa seja bajuladora ou minta para o esposo. Pede que concentre atenção e destaque para as outras pessoas os traços positivos que ele possui. O apóstolo Paulo nos ensina a focalizar a atenção naquilo que é verdadeiro, respeitável, justo, amável e de boa fama (Filipenses 4.8). Em obediência ao texto bíblico, a esposa precisa manter sua atenção nos pontos positivos e ressaltá-los diante dos filhos, dos seus familiares e amigos.

O casamento resguarda da prostituição.

“Mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” - 1 Coríntios 7.2.

Entre marido e esposa é preciso haver conscientização da importância do amor mútuo e verdadeiro para estabelecer uma família. O casamento cristão tem de ser edificado tendo como base o amor a Deus e ao próximo. Sem amor não há casamento feliz. Os cristãos precisam prezar pela santidade do sexo, estabelecer a pureza em seu coração. Aprender as disciplinas da saudade, da solidão, da confiança e do total compromisso com Cristo – um compromisso que não é guiado pelo sentimento superficial da paixão, mas  que preza pela pureza.

As Escrituras contêm firmes admoestações acerca da abstinência do adultério e da fornicação. Paulo fez menção especial aos pecados relacionados ao corpo. Ele claramente afirmou que o corpo do cristão é o seu templo de Deus e pertence ao Senhor (1 Coríntios 3.16; 6.19).

Através do profeta Malaquias, o Senhor repreendeu com dureza os esposos israelitas por serem infiéis à sua mulher (Malaquias 2.13-16). A fidelidade conjugal é indispensável para a estabilidade do casamento. Além de proporcionar segurança espiritual e emocional, coopera ao bom relacionamento conjugal. Sem fidelidade o relacionamento desaba. O laço matrimonial não suporta a infidelidade, o adultério é devastador para o homem e para a mulher (1 Coríntios 6.15-20).

O casal precisa ter união de pensamentos, de sentimentos e de propósitos. 

Marido e mulher são iguais nas posses de um para com o outro. O marido deve estar unido à esposa de modo a formar uma unidade, e de igual maneira a mulher ao esposo.

Paulo ensina sobre igualdade e reciprocidade: "O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido” (1 Coríntios 7.3). O verbo "pague' (apodidomi" em grego), significa dar o que está sob obrigação, aquilo que se deve. 

“A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.” - 1 Coríntios 7.4. As palavras "não têm poder" refere-se ao uso de autoridade. No leito conjugal homem e mulher devem estar submissos ao outro. Deve haver entendimento mútuo entre maridos e esposas, pois existe direito legítimo à pessoa do outro, ambos têm o mesmo poder. 

O casamento na sociedade pós-moderna. 

O casamento não é um contrato com prazo de validade, é uma aliança perene que atende os propósitos divinos, não é de se admirar que venha sendo ridicularizado sistemática e violentamente pela mídia. O modelo que se vê nos filmes, novelas e revistas seculares nem sempre preenche os requisitos das Escrituras Sagradas para o casamento. Confronta o valor do matrimônio por apresentar atitudes negligentes em relação ao sexo, por promover "configurações familiares" sem pureza moral e diferente do que Deus criou. Este modelo é defendido e praticado apenas por pessoas que debocham e desprezam os princípios bíblicos.

A Igreja deve fazer soar a sua voz profética, denunciando tudo que ameaça o casamento monogâmico e heterossexual. Promover o crescimento das crianças, jovens e casais, segundo a orientação da Palavra de Deus, para que a família seja edificada em Cristo.

O sexo e os solteiros.

O sexo antes e fora do casamento é pecado (Êxodo 20.14; 1 Tessalonicenses 4.3).

A virgindade, tanto do rapaz quanto da moça, é sempre importante aos olhos de Deus. A santidade é um requisito básico para a felicidade conjugal, se o namoro ou noivado é marcado por atos e práticas que ofendem a Deus, caminha ao fracasso matrimonial (1 Coríntios 6.18-20). Se você entregou sua virgindade, a mensagem do Evangelho anuncia o novo nascimento, novo começo e nova criação. Busque a santificação (2 Coríntios 5.17; 1 João 1.9).

Os namorados devem vencer a forte tentação da atração física, porque este é o ideal de Deus. A paixão deve ser dominada pelo princípio do amor, não simplesmente um sentimento erótico, romântico ou sexual. Um relacionamento que desconsidera o conceito da castidade está fora da orientação divina A pureza antes do casamento consiste em nos dar pelo e para o outro em obediência a Deus.

Conclusão

Enfim, o casamento é uma instituição criada por Deus e tem o objetivo de ser à base da família e também de toda a sociedade. 1 Coríntios 7 é um tratado a respeito do matrimônio e do relacionamento familiar. O capítulo mostra que o casamento não está e jamais estará ultrapassado. Aborda o relacionamento conjugal entre o marido e sua esposa (versículos 1-6); sobre os solteiros (versículos 8, 9, e 25); sobre o casamento cristão e o misto; o casamento e o serviço cristão (12 ao 16; 25 ao 38).

CASAMENTO CRISTÃO.


  • O casamento cristão - subsidio para estudo bíblico‏

Por Eliseu Antonio Gomes

O cristão precisa compreender a instrução divina quanto ao casamento e aplicá-la como base à sua vida diária. Entender que querer casar deve ser uma decisão resultante do amor sincero, pois estar casado é entrar no relacionamento mais íntimo que podemos viver aqui na Terra.
O que Deus uniu.

"Venerado entre todos seja o matrimônio e o leito sem mácula" - Hebreus 13.4.

Adão e Eva não tiveram pais e sogros. Assim sendo, todos os recém-casados devem buscar a independência emocional e financeira de seus pais, estabelecer núcleo familiar independente, como se não tivessem pais e sogros também. Trata-se de uma separação paterna no sentido de procurar resolver os problemas entre si e crescer juntos em intimidade e união, não é esquecer-se dos pais e desrespeitá-los.

Apesar de o pecado do ser humano interferir no plano de Deus para o casamento, a Bíblia dá diretrizes para um casamento feliz, estável, tranquilo. Todas as passagens bíblicas sobre o tema enfatizam o valor espiritual do casamento, é ensinado que ele deve ser respeitado, honrado e valorizado. O Senhor sempre quis que tanto o homem quanto a mulher se realizassem juntos, criou um relacionamento de total comunhão em que ambos pudessem viver harmoniosamente, desfrutando o amor e companheirismo mútuos com total intimidade. 

Logo no princípio, Deus ordenou que o homem deixasse pai e mãe e unisse à sua mulher, para que ambos fossem "uma só carne." O marido torna-se uma só carne com sua esposa durante o ato conjugal (Efésios 5.31). Tal determinação é a expressão da vontade de Deus para todas as pessoas, ao crente e ao descrente.

O matrimônio é o plano da base familiar em âmbito global. Adão e Eva não escondiam nada entre eles, viviam nus um diante do outro e não se envergonhavam disso. A intimidade sexual é natural no sentido em que o Criador a estabeleceu. Dentro do casamento, a união sexual saudável e prazerosa não acontece apenas por alguns momentos, mas por toda a vida do casal. O sexo foi criado para ser desfrutado com muito prazer e para a procriação do casal no casamento. Deus quer que a humanidade cresça, e através da união legítima entre um homem e uma mulher, multiplique-se. Confira: Gênesis 2.24, 25. 

O amor do marido pela esposa.

O casamento deve ser considerado a principal responsabilidade do homem, ele deve lidar com a relação conjugal pela perspectiva equilibrada, evitando tanto a atitude promíscua quanto um ascetismo rígido.

A Bíblia recomenda solenemente: "Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela." - Efésios 5.25. O verdadeiro padrão do amor do esposo para a esposa é o de Cristo para com a Igreja. Observe o advérbio "como", é um termo que denota modo e sugere comparação. O amor do esposo deve ser tal qual o sublime e corajoso amor de Cristo por sua igreja. O marido que não ama a sua esposa desobedece a Palavra de Deus.

O amor do marido pela esposa, ordenado pelas Escrituras, deve ser o mais elevado possível. A Bíblia ensina que... 


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segunda-feira, 15 de abril de 2013

SERÁ QUE DEUS É CULPADO?





Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Boa tarde e até amanhã, querendo Deus.
SERÁ QUE DEUS É CULPADO?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a Sua benção e proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc. Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'. E então concordamos com ele. Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os alunos... (há diferença entre disciplinar e tocar). Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar. Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
E nós dissemos: Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.
Depois outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!! (Gálatas 6:07)
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina. É triste como alguém diz: Eu creio em Deus'. Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal, também ''Crê'' em Deus. 
É engraçado como somos rápidos para julgar, mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros! É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho. Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.

Não é verdade?

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...
Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração, e está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas'.

DEUS AINDA NÃO DEUS A ÚLTIMA PALAVRA.




DEUS AINDA NÃO DEUS A ÚLTIMA PALAVRA.

ELAINE DE JESUS/ QUEM CHORA PRA DEUS TEM RESPOSTA.


ELAINE DE JESUS/ QUEM CHORA PRA DEUS TEM RESPOSTA


domingo, 14 de abril de 2013

DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO É O MESMO QUE ADULTÉRIO CONTINUADO.


CONTINUADO

CRIADO POR PASTOR: Marcos Barbosa da Silva

DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO
É O MESMO QUE
ADULTÉRIO CONTINUADO.

Sugiro ao leitor que tenha em mãos uma Bíblia para conferir as citações feitas, lembrando que as citações são da versão ACF – Almeida Corrigida Fiel – Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil


Sem querer tomar atalhos ou evitar "ofender" pessoas que têm interesse pessoal no assunto, e, sem fazer rodeios vejam o ensino cristalino do Novo Testamento sobre o assunto de Divórcio e Novo Casamento.

Quando alguém quer se evadir de conclusões contundentes e dogmáticas, geralmente se diz que determinado assunto é "polêmico" (do Grego polemeo = guerra).

Nosso apelo aqui é o seguinte:

Vamos ficar em paz com a Palavra de Deus sobre esse assunto?

Não há guerra alguma aqui, quando temos um espírito submisso à Palavra de Deus.

Não tentemos forçar situações particulares sobre a Palavra de Deus, mas, analisemos o ensino Bíblico.

Vejamos as sete passagens do Novo Testamento que lidam com o assunto e que categoricamente afirmam a indissolubilidade total do casamento enquanto o homem e a mulher dessa união estão vivos.

  1. 1.    Mat. 5:32

"Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério." (ACF)

Explicação:

1.1 Notemos aqui que o Senhor Jesus Cristo está afirmando a indissolubilidade total do casamento enquanto o marido e a esposa estão vivos.

Note que somente no evangelho de Mateus (Mat. 5:32 e Mat. 19:9) estão inseridas a ressalva "a não ser por causa de fornicação" (note que essa é que é a correta palavra usada inclusive por João Ferreira de Almeida em 1693 pois vem do grego "porneia"), porque isso se aplica a situação peculiar dos Judeus.

Veja no verso 5:1 a quem Ele estava se dirigindo: à multidão e aos discípulos.
Essa foi à exata situação que inicialmente José pensou erradamente de Maria.

Os fariseus, também, cometeram esse erro, mas de forma blasfema em João 8:41, acusando o Senhor Jesus com sendo nascido de fornicação (porneia) e não de adultério (moicheia).

1.2 Note que em Mat. 1:20 o anjo dirigindo-se a José, chamou Maria de "tua mulher" (ou esposa) embora o casamento não tinha sido celebrado e consumado, ou seja, eles ainda não tinham se tornado uma só carne, mas eram marido e mulher.

Nesse caso, Jesus está dizendo que o casamento poderia ser cancelado, caso houvessefornicação, situação na qual a pessoa está a um passo do inferno (1 Cor. 6:10, Judas 1:7, Ap. 21:8).

1.3 Note que a palavra não é o verbo comete adultério (moichao), que ocorre duas vezes no verso, mas propositalmente não é usada pelo Senhor Jesus para a exceção.

Por quê?

Teria O Mestre se esquecido?

Teria Ele perdido essa oportunidade de ser claro, usando o triste fato do adultério para a desculpa do divórcio?

Não.

A palavra adultério não foi usada porque a exceção não se aplica aos que se tornaram uma só carne, mas aos que estavam em contrato de casamento (em Hebraico: 'aras ou kiddushin, em inglês: betrothal - Ex. 22:16, Lev. 19:20, Dt. 22:23, 28:30).

Note que no mesmo evangelho (Mt. 1:18), Maria era desposada (Grego: mnesteuo) com José e não casada (gameo).

É para esse caso especial, e apenas nesse caso dos Judeus, que Jesus está se referindo, porque o casamento não tinha se consumado.

Nesse caso, o pecado é fornicação que quebraria o pacto do "esposamento" e não de casamento.

É muito simples!

1.4 Note que Jesus começa sua argumentação com a conjunção adversativa PORÉM.

Isso nos diz que há um contraste entre o que os Judeus queriam ouvir e o que Jesus estava ensinando.
Se Jesus estivesse defendendo o divórcio após o casamento, não haveria nenhuma necessidade da conjunção adversativa PORÉM.
1.5 Note que a mulher (parte chamada inocente) está divorciada, mas Jesus não reconhece nenhum divórcio, qualificando essa outra união de adultério.

1.6 Note a reação desesperada dos discípulos em Mateus 19:9.

Vejamos:

2. Mat. 19:9-10

“Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.” (ACF)

Explicação:

Notemos que esse homem casa com outra mulher (qualquer que seja a situação dela).

É outro casamento, mas não vale nada diante de Deus.

Essa nova união é considerada adultério porque obviamente o verdadeiro casamento continua em vigor.

A reação desesperada dos discípulos e a réplica do Senhor Jesus Cristo, são uma das mais fortes evidências que o Senhor foi muito bem entendido quando negou totalmente a possibilidade de divórcio e novo casamento.

Vejamos:

Os discípulos ficaram desesperados e se surpreenderam com esse altíssimo padrão de casamento.

Em suas mentes, o divórcio e novo casamento eram sempre uma opção.

A única dúvida que eles tinham era se podia ser por qualquer motivo ou apenas em caso de adultério.

Quando Jesus fechou essas duas portas, eles ficaram pasmos.

Para expressar a frustração, eles partiram para a apelação: de acordo com eles, seria melhor nem casar.

Talvez eles estivessem dizendo que Jesus era muito radical, inviabilizando o casamento com essa "descabida" e altíssima exigência.

O Senhor Jesus, então, ao invés de conceder a verdade como fazem esses pastores irresponsáveis que aconselham pessoas a se divorciar e casam divorciados, não cedeu um milímetro e afirmou que nem todos têm a competência espiritual para entender o assunto, mas apenas aqueles a quem foi concedido, ou seja, o problema não está no casamento e suas divinas implicações, mas no pecado de rebelião do homem que sempre corrompe o plano de Deus.

2.1 Note que os discípulos distorceram o que Deus disse. Em Gn. 2:18,

Deus disse "Não é bom que o homem esteja só...".

Aqui os discípulos dizem que não convém casar.

Creio que eles estavam sendo usados pelo Diabo, exatamente como Pedro em Mat. 16:23, para distorcer a Palavra de Deus e desmoralizar o ensino de Jesus.

O Senhor, como Autor do casamento, rejeita categoricamente a arrogância humana e reafirma a santidade da instituição divina.

2.2 Note aqui outra coisa reveladora.

Essa mulher, abandonada pelo marido que se envolveu em outro casamento (adúltero), é teoricamente a "parte inocente" como muitos querem.

Todavia, O Senhor Jesus nos diz que ela não tem o direito de casar novamente.

Se ela assim o fizer será adúltera também, porque esse outro homem que se casa com ela comete adultério.

Ninguém comete adultério sozinho: "...e o que casar com a repudiada, também comete adultério."

3. Luc. 16:18

“Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também.” (ACF)

Explicação:

3.1 Notemos aqui a total ausência da exceção.

Por quê?

Porque o evangelho de Lucas foi escrito a Teófilo (Lucas 1:3), um Grego.
A proibição absoluta do divórcio e novo casamento é cristalina.

3.2 Note que o verbo "casar" está no presente do indicativo.

Ocorre uma ação no tempo (casar) que provoca, ou causa uma outra ação "adultera ou comete adultério", que está no presente do indicativo.

Uma ação no tempo (casamento com outra pessoa) provoca uma situação contínua no presente (adultera ou comete adultério).

 

Enquanto essa união permanecer, a condição de adultério permanece.

 

No Grego, o presente do indicativo significa uma ação continuada ou o estado de uma ação incompleta (Greek New Testament, William Davis, p. 25).

 

O presente do indicativo, portanto, é uma ação ocorrendo no presente, podendo ser tanto contínua (por exemplo: "eu estou estudando") ou indefinida ("eu estudo").

A proibição do divórcio e novo casamento são mais do que óbvia em todos esses sete versos sendo examinados.
Continuemos a ver os quatro versos restantes abaixo:

4. Mar. 10:11-12

"E ele lhes disse: Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera." (ACF)

Explicação:

Novamente o verbo "adultera ou comete adultério" está na voz ativa e no presente do indicativo.

5. Rom. 7:2-3

“Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido.” (ACF)

Explicação:

5.1 Note aqui muitas coisas interessantes:

5.2 Essa mulher casa novamente com outro homem, estando o seu marido ainda vivo;
5.3 Essa mulher que casar novamente (não interessa o motivo nem a "legitimidade" atribuída pelos homens) com outro homem, não se livrou do fato que o seu legítimo marido (o primeiro) ainda é chamado de m a r i d o.

Não existe isso de ex-marido na Bíblia.

Isso foi inventado por pecadores para racionalizar o pecado de adultério.

Somente esse argumento de que o legítimo marido ainda é chamado de m a r i d o, apesar de a mulher estar divorciada e casada com outro, derruba por terra toda a tentativa inútil de dizer que a nova união é reconhecida por Deus.

A nova união não é reconhecida por Deus, sendo a essa mulher aplicado o título de adúltera! Ela tem dois maridos!

Veja o verso!

Se o divórcio é válido e anula o casamento, então esse versículo estaria totalmente errado na sua afirmação, pois ele contradiz claramente a tese do divórcio e novo casamento, gerando um total descrédito na Palavra de Deus e lançando a inerrância da Bíblia na lata do lixo!

5.4 Ela será chamada (Grego chrematizo = considere-se avisada por Deus) de adúltera.

Isso significa que ela está num estado de adultério, não apenas num ato de adultério isolado como querem alguns.

Ela será chamada de adúltera!

Esse é o título dela.

5.5 Note que a situação de adúltera é válida enquanto o marido verdadeiro estiver vivo.

Isso é uma tragédia muito triste, mas é o retrato que a Palavra de Deus apresenta acerca desse pecado!

5.6 Note que a condição é "enquanto ele estiver vivendo" e não "enquanto ele for fiel" ou "até quando eles se divorciarem" como querem os defensores do divórcio por causa de infidelidade.

· Infidelidade não quebra a união do casamento diante de Deus.

· Abandono não quebra a união do casamento diante de Deus.

· Divórcio não quebra a união do casamento diante de Deus.

Infidelidade abandono e divórcio trazem maldição e profanação para o casamento, mas não quebra a união do casamento.

Os dois cônjuges continuam uma só carne até que a morte os separe.

É impressionante a fala dobre de pessoas inconstantes (Pv. 17:20; Tg. 1:8).

Muita gente fala uma coisa, mas no fundo de suas mentes pensam de outra maneira.

Na hora de aplicar, não agem de acordo com o que falam nos votos.

O nome disso é hipocrisia.

Não há uma só linha no Novo Testamento que dê base para quebra do pacto do casamento que não seja a morte.

A única condição para o novo casamento é somente "se o marido ou a mulher morrer" e ponto final. É óbvio e cristalino...

Uma pergunta sempre surge: Qual o conselho que se deve dar para pessoas que se divorciaram e casou de novo?

Isso é um problema que cada um tem que resolver por si.

Não creio que nenhum pastor deva se meter nessa questão, pois as pessoas que se meteram nessa confusão de novo casamento é que são responsáveis por seus atos e devem elas mesmas resolver o problema.

Os princípios Bíblicos são esses aqui expostos, mas as pessoas é que devem elas próprias decidir.

Isso parece duro, mas o fato é que depois que as pessoas estragaram as suas vidas, existe essa vontade de criar a válvula de escape que os outros que devem resolver e decidir por elas.

Existe uma tendência de jogar o abacaxi nas mãos do pastor.

E depois se os problemas aumentam, e eles irão aumentar..., o pastor é o culpado.

Nada disso!

Quem se meteu na confusão é que são os culpados, eles é que resolvam – só nesse caso se o pastor se meteu a aconselhar o divorcio e que ele deve resolver.

Cair numa armadilha de aconselhar divorciados é uma fogueira que todo pastor deve evitar para não comprometer a sua salvação.
Pessoas divorciadas e casadas de novo não devem ser aceitas como membros, muito menos servir no ministério da igreja local.

É duro, mas é Bíblico (1Co. 5:9-13; 6:10; Gal. 5:19-21...)

Por isso as igrejas devem ter pesada carga de ensino sobre a família e concentrar o ministério em aconselhamento preventivo tanto para jovens como para casais.

6. 1Co. 7:11

“Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.” (ACF)

Explicação:

Caso haja separação entre marido e mulher, e essa é uma possibilidade e até uma necessidade em casos específicos, há somente duas opções:

6.1 Fique sem casar; ou

6.2 Se reconcilie.

PONTO FINAL. Nada de divórcio ou novo casamento.

Note que para ela e o marido (note que há o artigo definido "o" também presente no texto Grego: "o marido" denota ser aquele o verdadeiro e único) se reconciliarem, é óbvio que ao marido também é terminantemente proibido novo casamento.

Pessoas irresponsáveis, quando se divorciam, mal esperam secar a tinta do papel do divórcio humano, que nada vale para Deus, e já se aventuram em outro relacionamento (adúltero) fechando definitivamente, muitas vezes, a porta para a reconciliação.

Isso impede a única solução Bíblica de restauração em caso de arrependimento.

6.3 Notemos que no verso 15, a expressão "nos chamou para a paz" não tem nada a ver com novo casamento, que obviamente seria uma contradição com o verso 11, mas fala do crente estar livre de qualquer culpa sobre as obrigações conjugais, caso o descrente o abandone.

7. 1Co. 7:39

"A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecero seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor." (ACF)

Explicação:

7.1 Note aqui que o advérbio de tempo "enquanto" ou a expressão sinônima usada "todo o  (Grego: chronos) que o seu marido vive".tempo

Aqui vemos que o assunto da ligação da mulher com o seu marido está submetido e transportado para uma única dimensão que é a do tempo, ou seja, não há nenhuma outra escapatória, nenhuma outra circunstância que anule esse casamento, durante otempo em que o seu marido esteja vivo.

Novamente, absolutamente nada sobre divórcio e novo casamento, exatamente como em Mar. 10:10-11, Luc. 16:18, Rom. 7:3 e 1 Cor. 7:11!

O divórcio com novo casamento, aliás, está diretamente chamando de MENTIRA o que esse verso diz, pois diz se falecer “o seu marido” que a mulher fica livre para casar com quem quiser (note novamente que há o artigo definido "o" no texto Grego, indicando que aquele é o único verdadeiro marido).

A Bíblia declara que o casamento é indissolúvel até a morte de um dos cônjuges.

CONCLUSÃO:

O divórcio e o novo casamento de qualquer mulher com outro homem enquanto seu marido esteja vivo, ou o casamento de qualquer homem com outra mulher enquanto sua esposa esteja viva, são, ao mesmo tempo, uma blasfêmia contra Deus e uma situação deadultério continuado cometido por ambas às pessoas da nova união:

1. Porque quem se casa de novo está declarando para todo o mundo que MENTIU ao fazer os votos dizendo "até que a morte nos separe".

2. Porque quem se divorcia e se casa de novo está totalmente desmoralizado para com a próxima geração, destruindo a esperança de exemplo de santidade para com aqueles que nos seguem, em meio a uma sociedade corrompida e perversa.

3. Porque quem se casa de novo destruiu, irremediavelmente, a figura indissolúvel do relacionamento entre Cristo e a igreja, comparados com o marido e com a esposa respectivamente (Ef. 5:24-25).

4. Porque a outra parte, mesmo que seja solteira (total insanidade e desperdício da própria vida de quem assim o faz), também comete adultério.

Nesse caso, essa pessoa solteira que se casa com um divorciado, fica sujeita a uma situação de estrago terrível.

Se continuar no relacionamento está em adultério.

Se partir para outro relacionamento, é adultério também, pois estaria no segundo casamento.

A pessoa solteira que casa com um divorciado (a) se submete à dívida do casamento, mas não está sob as bênçãos dele.

A única solução é ficar solteiro (a) até que morra o ilícito cônjuge (a Bíblia chama-o de marido Jo. 4:18).

5. Porque ao pastor está terminantemente proibido ser divorciado (1Tim. 3:1-2).

Ele é um exemplo para ser seguido por todos os membros da igreja (1Tim. 4:12, Tit. 2:7).

6. Porque quem se casa de novo está desonrando a figura Bíblica da relação entre a lei e a morte (Romanos capítulo 7).

A lei exige a morte. A única coisa que quebra a maldição da lei sobre o pecador é a morte.

O crente morreu com Cristo (Rom. 7:4), por isso é que estamos livres da lei.

Da mesma maneira, a lei do casamento exige a morte para ser cancelada.

O divorciado que se casa de novo, está blasfemando contra a Palavra de Deus, dizendo que o divórcio, não a morte, anula a lei.

Isso destrói totalmente a figura que Deus estabeleceu na Sua Palavra para que entendamos o significado da morte de Cristo.

Isso é um assunto muito sério!

Isso de insistir no atalho do divórcio é apenas uma maneira sutil de chamar Deus de mentiroso.

Não existe atalho algum para anular a relação entre a lei e o pecador.

Só a morte quebra essa relação!

Só a morte quebra a relação entre o marido e a mulher!

Novo casamento seguido de divórcio é adultério continuado.







20 ARGUMENTOS ERRADOS USADOS PARA TENTAR JUSTIFICAR DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO

01 A parte inocente tem direito de se divorciar e se casar de novo.
Resposta:
Errado!

Primeiro: Não há parte "inocente" num divórcio.

Há pecados de comissão e omissão.

Há recusa em prover: o amor conjugal, o carinho, o cuidado, o afeto genuíno, o perdão e muitas outras omissões que os olhos não vêm.

Mesmo que não haja algo como citado, quando um casamento fracassa os dois falharam.

Eles casaram por comum acordo.

Segundo: ninguém tem "direito".

Casamento é um privilégio, não um direito.

Certas pessoas não recebem esse dom por vários motivos.

Muitas pessoas casam tarde e outras pessoas ficam viúvas sem nunca mais casarem novamente, embora essa seja a única permissão na Bíblia para novo casamento.

02  Certos casamentos não foram "feitos no céu".
Nesses casos o divórcio é válido.
Resposta:
Errado!

Nenhum casamento é feito no céu.

Todos são feitos na Terra.

Deus sela essa união, quer seja dentro da Sua perfeita vontade ou não, quer seja feito entre crentes ou descrentes ou mistos (mistos - isso é pecado ver 2Co. 6:14).

Todos aqueles que argumentam isso, nunca foram ao céu para ver se certo casamento foi feito no céu.

Na verdade essa é uma desculpa que todos os que querem se casar de novo irá usar como tolo escape, já que ninguém poderá contestar a validade desse argumento.


03  Todo casamento pode ser cancelado em caso de adultério.
Resposta:
Errado!

Não há uma só linha no Novo Testamento que prove essa afirmação.

A Bíblia deve ser interpretada sob o ensino dispensacionalista.

O Velho Testamento está em outra dispensação.

Não há ensino trans-dispensacionalista (algo que esteja valendo para mais de uma dispensação como a pena de morte, por exemplo) sobre esse assunto.

No Velho Testamento, o ensino era outro, como Jesus mesmo disse: "...eu PORÉM vos digo...

" Nesse ensino, Jesus fechou totalmente a porta para divórcio e novo casamento, chamando-o de adultério.

04 Certos casamentos têm que ser desfeitos por causa de abandono.
Resposta:
Errado!

Se houver abandono, "fique sem casar" (1Co. 7:11).

Isso é porque o casamento não é desfeito.

Em 1 Co. 6:1-6, há uma terminante proibição em ir aos tribunais, e por conseqüência, de se divorciar.

Isso é um pecado.

É melhor sofrer o dano do que desonrar a Jesus Cristo é o que Paulo diz.

Em caso de abandono: fique sem casar, ou se reconcilie (caso haja condições com doloroso arrependimento, humilhação, perdão e restauração).

05 Em Mat. 5:32 temos a permissão para divórcio.
Resposta:
Errado!

A exceção não se refere a adultério como O Senhor Jesus poderia mencionar claramente, se assim o desejasse.

Note que a palavra usada por Jesus é outra.

É fornicação. Isso se refere ao pecado de infidelidade durante o contrato de casamento, mas antes do casamento se consumar.

Em 5 das 7 passagens do Novo Testamento que tratam do assunto, não há exceção alguma.

Em Mar. 10:6-11 não há exceção alguma. "Todo aquele" significa qualquer um, sem exceção alguma.

Em Lucas 16:18, não temos "se", "mas", ou "e".

Se qualquer homem casar com uma divorciada, comete adultério.

Em Rom. 7:2-3, temos o ensino claro e abrangente sem exceção alguma.

Somente a morte quebra a ligação.

Em 1Cor. 7:10-11, não temos nada de divórcio.

Caso aconteça uma separação, restam apenas 2 opções: permaneça solteiro pelo resto da vida (ou até que a outra pessoa morra) ou que se reconcilie.

Em 1Co. 7:39, só a morte quebra a ligação conjugal.

06 As escolas de Shammai (divórcio só em caso de adultério) e Hillel (por qualquer motivo) devem ser consideradas.
Resposta:
Errado!

Isso não interessa:

1- Porque é tradição humana;

2- Porque mesmo que não fosse, pertence à outra dispensação;

3- Porque se refere aos judeus e;

4- Porque O Senhor Jesus rejeitou ambas.

07 "Depois que uma mulher casar com um segundo homem não poderá voltar ao primeiro nunca, (Dt. 24.1-4)."
Resposta:
Errado!

Isso se refere à outra dispensação, a da lei.

No Novo Testamento, essa reconciliação é ensinada em 1Co. 7:11.

Isso, aliás, é a única maneira lícita dessa mulher poder viver maritalmente enquanto seu legítimo marido esteja vivo: é viver com ele.

Lebremo-nos novamente para fixarmos: "enquanto estiver vivendo o marido dela, se ela estiver casada com outro homem, será chamada adúltera..." (Rom. 7:3)

08 "O expediente de exigir
Resposta:
Errado!

Desgraça é viver em adultério continuado.

O marido dessa mulher é o primeiro.

Note novamente Romanos 7:3: "enquanto estiver vivendo o marido dela..."

Note que nas duas vezes que esse homem é citado há um artigo antes. Ou seja, ele é O marido.

Essa mulher recém convertida do exemplo, que vive com outro homem que não o seu primeiro (o) marido (o único que é o verdadeiro marido), está cometendo (presente do indicativo) adultério.

Ninguém vai "exigir" nada de ninguém.

A Bíblia deve ser pregada e as pessoas é que são responsáveis diante de Deus e pelas conseqüências de seus atos.

Ela tem duas opções: Ou se reconcilia com o verdadeiro marido, ou fica como solteira (1Co. 7:11).

O que não pode, são pessoas em situação de adultério, ser aceitas como membros de igrejas, ou exigirem membrezia, ou participarem do ministério das mesmas em pé de igualdade com famílias Biblicamente constituídas, que lutam com unhas e dentes para preservar a santidade do casamento para colherem as bênçãos para si, para a igreja e para a próxima geração.

Isso sim é que seria um rebaixamento, desastre e desgraça para a instituição da família, e Deus sabiamente deixou isso bem claro na Bíblia.

Outra falácia do enunciado é o uso da situação aplicada à "recém convertida".

Desgraça seria para esse primeiro marido dessa mulher que poderia (hipoteticamente) estar esperando a reconciliação, mas vê a sua mulher vivendo com outro, e ainda ser aceita por uma igreja que diz crer na Bíblia.

A falácia está em trazer a emoção para dentro do debate e apelar para se ter compaixão (ninguém ousaria negar esse sentimento) da pessoa nova convertida para reforçar o argumento do novo casamento.

Pecado, entretanto, é sempre pecado, não importa se ele é cometido há 30 anos ou se o é por uma "recém convertida".

Jesus, a compaixão em pessoa, confrontou claramente o adultério da mulher Samaritana em Jo. 4:18.

Se o divórcio e novo casamento fossem válidos, por que O Amoroso Salvador mencionou o fato da pobre pecadora ter tido cinco maridos?

Simples!

Porque ela cometeu vários adultérios.

Ela se casou com cinco deles.

Note que um dos homens não era marido, ou seja, o homem com o qual ela estava convivendo não era fruto de casamento, mas é claro que todos os relacionamentos (exceto o primeiro - é evidente que ele era o marido) foram censurados pelo Mestre.

Se o novo casamento fosse endossado pelo Senhor, ele teria apenas dito à mulher que se casasse com o seu amante e tudo estaria resolvido...

Todavia, Jesus não fez isso, mas a repreendeu pelo fato dela ter cometido vários adultérios, trazendo à tona o passado imoral dela.

Na sempre mutante e corrupta lei dos homens, existe a inconstância das "emoções" ou a "prescrição" porque algo aconteceu, ou tem acontecido há muito tempo, mas não nos princípios imutáveis da lei de Deus.

09 A exceção deve ser considerada como adultério em Mateus 5:32 e 19:9.
Resposta:
Errado!

A palavra da exceção é fornicação (usada 1 vez em cada verso) e não adultério (usada 2 vezes em cada verso).

O contexto imediato desses dois versos deve ser respeitado como um fator guia e levado em consideração para ser interpretada corretamente certa palavra e para que o sentidono verso seja entendido.

Em Mateus 5:32 e 19:9, dois termos diferentes são usados e justapostos, de forma que não se pode negligenciar nem negar.

A palavra fornicação (porneia) é diferenciada do verbo adultera (moicheo).

Palavras diferentes significam coisas diferentes!

A exceção se aplica ao contrato de casamento que era uma situação peculiar dos Judeus que é o destinatário imediato desse evangelho.

Por isso é que só o evangelho de Mateus (escrito para os Judeus) é que traz essa explicação extra. Será que Deus iria se "esquecer" dessa vital exceção nos outros 5 versos em que o assunto é tratado? Absolutamente não!

Se Ele não colocou a exceção em caso de adultério, é porque ela não existe!

O ensino é cristalino nos outros versos onde a proibição absoluta de novo casamento enquanto o cônjuge original esteja vivo é claramente ensinada.

Não há divórcio e novo casamento permitido em nenhuma parte do Novo Testamento.

Não há novo casamento permitido enquanto o cônjuge original esteja vivo.

Essa relação é chamada de adultério.

10. Um casal que já era divorciado e casado novamente, ao se converter e confessar seu pecado podem ficar unidos e ser aceito como membros, pois tudo para trás está perdoado e "tudo se fez novo..." 2Co. 5:17.
Resposta:
Errado!

A lei conjugal não muda em nada quando uma pessoa se converte.

Se essas duas pessoas se converteram, elas têm a obrigação de parar de cometer adultério continuado.

A doutrina do arrependimento (Grego: metanoeo) diz que acontece uma mudança de mente, atitude e de comportamento quando uma pessoa é verdadeiramente salva.

A expressão "tudo se fez novo" não tem nada a ver e não pode ser distorcida de maneira alguma para justificar situações pecaminosas após a conversão, muito pelo contrário! "Tudo se fez novo" ensina-nos que a pessoa foi regenerada (nova criatura) e que houve uma mudança radical nos valores, crenças e atitudes.

Suponhamos que um ladrão tenha em seu poder uma conta milionária fruto do seu furto. Ao dizer que se converteu ele se recusa a devolver o dinheiro apelando para o "tudo se fez novo" do verso acima, vivendo esplendidamente.

Isso seria uma afronta e não provaria conversão alguma.

Esse é exatamente o mesmo caso do casal que se converte estando a viver em adultério sem querer adotar solução Bíblica de reconciliar com o verdadeiro cônjuge - caso possível - ou ficar solteiro (a) - sempre possível.

Justamente porque uma pessoa foi perdoada, ela não tem o direito de continuar no pecado. (Romanos 6:1-2 aborda essa exata situação: "Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum..."

O perdão lava os pecados passados, mas não dá licença para pecar no futuro (1 Jo. 3)

Portanto, um casamento adúltero tem que ser terminado.

Pecado continua pecado independente se foi antes ou depois da conversão.

Outra prova que o casamento não se dissolve com o divórcio:

Note que Mateus, Marcos e Lucas referem-se à Herodias como a mulher de Filipe mesmo quando ela estava casada com Herodes.

Note que Filipe ainda estava vivo, pois, segundo historiadores Judeus, Filipe morreu 4 anos após a prisão de João Batista.

Vejamos as referências:

"...Mulher de seu irmão Filipe..." (Mat. 14:3)

"...mulher de Filipe, seu irmão, porquanto tinha casado com ela." (Mar. 6:17)
"...Herodias, mulher de seu irmão Filipe..." (Luc. 3:19).

A condenação por João Batista era por causa de dois fatores:

1. Isso era adultério, pois ela era mulher de Filipe; e

2. Isso era incesto, pois era um relacionamento próximo, proibido terminantemente em Lev. 18:16.

11. A expressão "nos chamou para a paz" 1Co. 7:15 dá permissão para o novo casamento.
Resposta:
Errado!

Nada se fala nesse verso sobre novo casamento.

A paz ali mencionada refere-se ao estado de não se estar mais sob as obrigações conjugais (Nota: obrigação conjugal é diferente de união conjugal - a união permanece até a morte).

Nesse caso, após pedir perdão a Deus e aos homens, não se deve sentir culpa, pois houve tentativa de reconciliação sem sucesso, restando então, a única alternativa que é "fique sem casar" (permanecer como solteiro) até a morte do cônjuge (1Co. 7:11, 39).

12. Em 1 Co. 7:27-28, para os que estão livres, ou seja, divorciados, há a permissão de se casar novamente: "se te casares, não peca..."
Resposta:
Errado!

Nada se fala nesse verso sobre recasamento de divorciados.

É mais do que óbvio que a expressão "livre", aplicada ao casamento, se refere aos viúvos (as)!

Veja em Rom. 7:2-3 em 1Co. 7:39 como a palavra "livre" é usada apenas quando morre o marido.

Notemos novamente em 1Co. 7:8-9, que somente os viúvos (as) e os solteiros (as) é que são as únicas pessoas qualificadas para se casarem.

13. A pessoa que casou novamente não pode mais se reconciliar com o primeiro cônjuge, pois vai ter que se divorciar do segundo cônjuge o que contraria 1 Co. 6:1-8.
Resposta:
Errado!

Esse segundo casamento nada vale diante de Deus, pois é considerado adultério.

Se os homens o consideram erradamente de casamento, e um "divórcio" de acordo com as leis humanas é necessário para cancelá-lo, isso não viola 1 Co. 6:1-8, pois uma situação pecaminosa (que nunca deveria ter ocorrido em primeiro lugar) está sendo corrigida e não criada.

Nos países onde a abominação do "casamento" de sodomitas é feito, quando há a conversão de qualquer um dos dois, o "divórcio" tem que ser feito imediatamente.

Isso é o resultado da iniqüidade de homens pecadores que usurpam sua posição de autoridade para blasfemar de Deus e da família.

14. O verso "Cada um fique na vocação que foi chamado", permite que o divorciado e casado novamente fique com o seu novo cônjuge quando se converte
Resposta:
Errado!

Pela sadia Hermenêutica (interpretação da Bíblia pela própria Bíblia) sabemos que um verso não claro tem que ser olhado e iluminado pelos outros claros que lidam e ensinam sobre o mesmo assunto, sejam em passagens remotas ou próximas.

Isso se chama Princípio do Contexto.

Outro princípio diz que a unidade, verdade e fidelidade de Deus, garantem que uma passagem na Sua Palavra não pode contradizer outras passagens.

Isso se chama Princípio da Concordância.

Quando se interpreta uma parte das Escrituras de uma maneira que contradiz alguma outra parte das Escrituras sobre o mesmo assunto, sabemos que essa interpretação é errada.

Quando uma correta interpretação é feita em qualquer assunto, ela não irá contradizer toda interpretação que possivelmente seja feita em alguma outra parte das Escrituras sobre o mesmo assunto.

Portanto, vocação (1Co. 7:20) ou estado (1Co. 7:24) não pode de maneira alguma se referir à situação de divórcio e novo casamento, pois entraria em contradição com:

1- O verso anterior, 7:11, que só menciona as duas opções para os casados que se separaram: reconciliação ou fique sem casar;

2- O verso 7:39 que diz claramente que a mulher só fica livre "se falecer o seu marido" (singular e ainda acompanhado do artigo "o". No Grego: "ho anér").

3- Os dois versos em Romanos 7:2-3 que confirmam claramente o rompimento do casamento somente em caso de morte.

4- Os outros versos em que negam totalmente essa possibilidade.

5- O princípio Bíblico da restituição, no qual ao se arrepender, um pecador, deve devolver aquilo (nesse caso a mulher do próximo - Ex. 20:17 - ou outra que não a esposa) que não lhe pertence (Ex. 22:3-12; Lc. 19:8; Filem. 1:18), e ficar disponível para o legítimo cônjuge a quem pertence.

"Vocação em que foi chamado" se refere claramente ao caso do casal no qual um dos cônjuges se converteu e o outro não.
Essa foi a pergunta dos Coríntios.

Paulo está dizendo que a conversão de apenas um cônjuge não é motivo para se separar, porque a lei conjugal não muda em nada, quer seja antes, quer após a conversão.

Se a parte descrente consente em preservar o casamento, não se deve separar (vs. 12 e 13).

Se a parte descrente se rebelar contra o casamento, que fique sem que casar (v. 11).

Nada sobre permissão de casar novamente. Isso só pode acontecer com viúvos que são os que ficaram "livres de mulher" (v. 27).

Ficar com o novo cônjuge, ao mesmo tempo em que o legítimo cônjuge ainda esteja vivo, seria adultério continuado.

Certas pessoas nem pensam nas implicações gravíssimas de suas tolas argumentações:

1. Uma prostituta poderia interpretar da mesma maneira, ela alegaria que poderia viver na "vocação que foi chamada".

2. Um sodomita poderia interpretar da mesma maneira, ele alegaria que poderia viver na "vocação que foi chamado".

3. Um fornicário, que tem relações continuadas com uma mulher sem ser casado, poderia interpretar da mesma maneira, ele alegaria que poderia viver na "vocação que foi chamado".

É claro que sabemos que nenhuma dessas pessoas iníquas mencionadas, poderá herdar o reino de Deus (1 Co. 6:10), ou seja, são perdidas, independente do que aleguem sobre ter se convertido.

Essa racionalização é exatamente o que o apóstolo Judas falou em Judas 1:4 sobre heréticos que "...convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo." e ainda Paulo em Romanos 1:25 “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.”


15. O verso em 1 Tim. 3:2: "marido de uma mulher" aplicado ao bispo e diáconos (1Tim. 3:12), sugere que membros da igreja podem ter um padrão inferior e ser divorciados e recasados.
Resposta:
Errado!
Por que:

1. Isso seria aceitar e ser conivente com adultério na igreja;

2. Isso negaria que o bispo seria um exemplo dos fiéis;

3. Deixa a porta aberta para a poligamia;

4. Isso não é baseado nem no ensino claro e objetivo das Escrituras, nem na exegese sadia, mas na areia movediça de sugestões, inferências e conjecturas, que contradizem frontalmente o resto dos versos sobre o assunto; e
5. Isso poderia ser usado como desculpa para membros adotarem padrões inferiores quanto a serem dados ao vinho, ou avarentos ou todas as demais qualificações do bispo.

Todas elas devem ser as qualificações de todos os membros da igreja também!

16. O voto mais recente (o voto do novo casamento) tem que ser mantido.
Resposta:
Errado!
O voto mais antigo é que tem que ser mantido!

Esse voto do novo casamento viola totalmente a Palavra de Deus e é, de acordo com o Senhor Jesus Cristo, chamado de adultério, pois o primeiro casamento (e seu respectivo voto) continua em vigor!

Não se pode fazer um novo voto, contrariando (Rom. 1:31 diz sobre os réprobos: "infiéis nos contratos") o primeiro voto!

Essa racionalização humana, levada ao óbvio extremo dos irresponsáveis, deixa a porta aberta para libertinos (e como eles são muitos...) casarem tantas vezes quanto queiram, zombando da instituição do casamento, pois alegam: "o voto mais recente tem que ser mantido..." A Palavra de Deus está acima da palavra do homem, que se torna mentiroso(Rm. 3:4) quando não cumpre os seus votos (Prov. 20:25 Sal. 22:25; 50:14; 61:5-8; 66:13; 116:14, 18; Ecl. 5:4-5, Is. 19:21).

Conseqüentemente, esse voto tolo (ver um voto abominável em Jer. 44:25) do novo casamento, é pecaminoso e uma afronta contra Deus.

Ele não tem valor algum, e deve ser quebrado imediatamente para não se continuar em adultério.
17. "Isso tudo é uma bobagem: um divorciado deve ele mesmo orar para saber se Deus quer ou não que ele case novamente."
Resposta:
Errado!

Essa tolice e hipocrisia sem tamanho é uma pura mentira, que quer colocar a decisão final nas emoções e vontades humanas, ao invés de na Palavra de Deus.

Não se deve orar por aquilo que Deus já revelou claramente em sua Palavra. Isso é uma desculpa para pecar, exatamente como Balaão fez.

18. "Devemos pedir um sinal a Deus para saber se Ele quer ou não que alguém case novamente após divórcio."
Resposta:
Errado!

Isso de pedir sinal são uma total incredulidade e um desrespeito contra Deus e à Sua Palavra.

Novamente: Não se deve orar por aquilo que Deus já revelou de forma clara em sua Palavra.

Isso é uma desculpa para pecar exatamente como Balaão fez.

19. "Não se deve romper um segundo casamento para retornar para o cônjuge original (1 Co. 7:10-11)."
Resposta:
Errado!

Esse verso fala exatamente de reconciliação com o cônjuge original! Nada se fala de se endossar um segundo casamento:

Isso seria adultério!

É justamente essa situação imoral e adúltera que Paulo está terminantemente proibindo!

20. "O segundo casamento não deve ser desfeito porque os filhos dessa união fruto do divórcio e novo casamento não merecem sofrer (1 Co. 7:10-11)."
Resposta:
Errado!

Em primeiro lugar, esse argumento é um tiro pela culatra porque se houver filhos do legítimo casamento (primeiro), eles é que não deveriam sofrer!

A questão todavia, não é quem merece ou não merece sofrer, pois quando há divórciosempre há sofrimento.

A questão é o que a Bíblia ensina: Divórcio e novo casamento é adultério.

Em segundo lugar, o relacionamento marido-mulher (eles são uma só carne até a morte) é sempre a prioridade.

Em terceiro lugar, nada justifica uma situação de adultério continuado nem mesmo o sofrimento de filhos dessa união.

Deve-se destacar que a responsabilidade dos pais permanece.

Para uma pessoa que professa ser nascida de novo e que vive numa situação de divórcio e novo casamento leia e medite:


"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." Mateus 7:22-23(ACF)

Caso você esteja nessa situação ainda há tempo de se arrepender pois nos diz as escrituras que ”O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Provérbios 28.13